domingo, 13 de setembro de 2009

Açores


Esta calma, esta paz, estas paisagens maravilhosas...

Este tempo vagaroso, este mar, esta luz, este povo...

Só mesmo aqui.

Faz anos hoje - Arnold Schonberg

No dia 13 de Setembro de 1874 nasceu Arnold Schonberg.

Da Infopédia:

Compositor e professor austríaco, naturalizado norte-americano, Arnold Franz Walter Schoenberg nasceu em 1874, em Viena, Áustria, e morreu em 1951, em Los Angeles. Foi o criador do novo método de composição baseado em séries de doze tons tratados livremente e não já estabelecendo as relações de privilégio tradicionalmente admitidas (composição atonal). Seguiu sempre uma estética expressionista, orientado pelas directrizes filosóficas, teatrais, literárias e musicais encontradas emGustav Mahler, em Wassily Kandinsky, em Stephan George, em Richard Strauss e em Joseph Mathias. Todas essas influências abrangem os períodos do pós-romantismo alemão: o impressionismo e o expressionismo. Os seus trabalhos mais conhecidos são Verklärte Nacht (1899), Pelleas und Melisande (1902), o único poema sinfónico para orquestra String Quartet N.º 1 in D Minor, Opus 7 (1904), Pierrot Lunaire (1912), Suite for String Orchestra (1934), Variations on a Recitative for Organ, Opus 40 (1940) e Theme and Variations For Band, Opus 43A (1943).

Arnold Schoenberg. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-09-08]

sábado, 12 de setembro de 2009

Desabafo

Por muito que estejamos preparados para uma realidade menos boa que afecte os nossos familiares, o contacto próximo com essa realidade é sempre doloroso.

Começam assim as minhas férias...

Agora, sigo para o paraíso açoreno, mas com um aperto no peito.

Faz anos hoje - Maurice Chevalier

No dia de 12 de Setembro de 1888 nasceu Maurice Chevalier.

Da Infopédia:

Actor e cantor francês de musicais e comédias, nasceu a 12 de Setembro de 1888 e faleceu a 1 de Janeiro de 1972, em Paris, vítima de complicações após uma cirurgia renal. «Benjamim» de nove irmãos, deixou de estudar aos 11 anos para trabalhar como operário. O seu primeiro contacto com o meio artístico foi como acrobata num circo, mas um acidente que lhe motivou a fractura de um braço levou-o a abandonar as artes circenses para se dedicar às canções. Rapidamente se tornou afamado no circuito dos cabarets parisienses e, em 1908, chegaria mesmo ao cinema, participando na curta-metragem Trop Crédules. Quando eclodiu a 1.ª Guerra Mundial, era uma estrela das Folies-Bergère. Aprisionado, foi mantido em cativeiro durante dois anos num campo militar. Findo o conflito, continuou na senda do sucesso, especialmente na revista musical. Em 1929 e após numerosos convites, muda-se para Hollywood, onde encanta os americanos com o seu timbre melodioso e o seu sotaque. Recebe uma nomeação para o Óscar de Melhor Actor pela sua participação nos filmes The Big Pond (O Grande Charco, 1930) e The Love Parade (A Parada do Amor, 1930). Ficou célebre o seu dueto com Jeanette MacDonald em The Merry Widow (A Viúva Alegre, 1934). Durante a Segunda Guerra Mundial, o seu prestígio ficou algo beliscado devido ao facto de ter continuado a dar espectáculos numa França ocupada pelos nazis. Continuou a filmar regularmente no seu país natal e nos EUA, destacando-se Gigi (1958), Can-Can (1960) e Fanny (1961). Em 1958, recebeu um Óscar Honorário pelo seu meio século de contribuição para o mundo do espectáculo.

Maurice Chevalier. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-09-08]

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Oficialmente de Férias

Voo amanhã para um paraíso algures nos Açores...

"Webcams"

Como estou quase de férias, resolvi fazer uma pesquisa na Internet sobre a existência de "webcams" no local onde vou estar nos próximos dias. Descobri este "site" que disponibiliza imagens de "webcams" espalhadas pelo mundo inteiro.

Além de interessante, é bastante útil. Já me permitiu concluir que o tempo não está "grande coisa" no local que escolhi para umas micro-férias.

Aqui fica o "link".

Faz anos hoje - D. H. Lawrence

No dia 11 de Setembro de 1885 nasceu D. H. Lawrence.

Da Infopédia:

Poeta e ficcionista, de nome completo David Herbert Lawrence, nascido em 1885 e falecido em 1930, foi (como ficcionista) um dos mais influentes escritores ingleses do século XX. Da sua prolífica obra destacam-se os romances Sons and Lovers (Filhos e Amantes , 1913), Women in Love (Mulheres Apaixonadas , 1920) e Lady Chatterley's Lover (O Amante de Lady Chatterley , 1928). Apesar de ser menos conhecida do grande público e de ter uma qualidade irregular, a sua poesia inclui alguns dos mais belos exemplares da lírica do Modernismo.

D. H. Lawrence. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-09-11]

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Yma Sumac (do mais grave ao mais agudo)









Faz anos hoje - Yma Sumac

No dia 13 de Setembro de de 1922 nasceu Yma Sumac.

Da Wikipédia (desculpem o português barasileiro):

Zoila del Catillo nasceu em 13 de setembro de 1922, em Cajamarca, Peru. Ela adaptou o nome Yma Sumac na América do Sul, antes de ir aos Estados Unidos. Tal nome foi baseado no nome de sua mãe, que derivava de Ima Shumaq, que significava "linda flor", e até mesmo "linda garota", como declarou em algumas de suas entrevistas.

A primeira aparição de Yma Sumac no rádio foi em 1942, sendo que neste mesmo ano, se casou com o maestro Moisés Vivanco. Yma gravou no mínimo 23 canções da música popular peruana na Argentina em 1943. Essas gravações foram muito bem recebidas pela Odeon (gravadora que gravou suas primeiras canções) e teve a participação do grupo de Moisés Vivanco, Compañía Peruana de Arte, composto por 46 dançarinos, cantores e músicos de origem indígena. Em 1946, Yma e Vivanco se mudaram para a cidade de Nova Iorque, onde atuaram como o Inca Taky Trio, onde Sumac cantava como soprano, sua prima Cholita Rivero como contralto e também como dançarina e Vivanco no violão.

Yma Sumac foi uma das cantoras líricas mais bem notificadas e admiradas de todos os tempos. Com sua voz, era capaz de emitir notas agudíssimas que soavam como o canto dos pássaros e graves que iam abaixo da tessitura de um baixo. Possuía uma extensão vocal de 5,2 oitavas, emitindo desde o Réb1 do piano até ao Dó#7. Sua canção "Chuncho - The Forest Creatures" é um excelente exemplo de quão grande era a sua extensão vocal, onde emitia desde o E2 ao C#7. Até então, a cantora mais conhecida por cantar C7 era Erna Sack que possuía 4,4 oitavas, emitindo desde o Fá2 ao Dó7. Com sua extensão, Yma pôde passar para si o título que até então pertencia a Erna Sack. Yma Sumac era classificada como contralto.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Bloguísses

Estava a dar uma vista olhos num blogue e deparei-me com um artigo que começava assim:

"Há tanto tempo que não escrevo coisíssima nenhuma sobre assunto nenhum..."

Revi-me nesta frase e dei comigo a pensar que uma férias retemperadoras me fariam bem. O pior é que as férias que se aproximam, além de curtas, não se auguram nada retemperadoras.

Veremos...

Faz anos hoje - Cardeal Richelieu

No dia 9 de Setembro de 1585 nasceu Armand-Jean du Plessis (Cardeal Richelieu).

Da Infopédia:

Religioso francês nascido a 9 de Setembro de 1585, na cidade de Paris, e faleceu a 4 de Dezembro de 1642. Armand-Jean du Plessis, seu nome verdadeiro, era filho do Grande Preboste de França e senhor de Richelieu, François du Plessis, e da sua mulher Sizanne de la Porte. Estudou no Colégio de Navarra e na Academia de Pluvinel, orientando-se a sua educação para a carreira militar. Contudo, uma vez que o seu irmão Alphonse recusou o cargo de bispo de Luçon, que pertencia à família, Armand-Jean substituiu-o no ano de 1606. Com apenas 22 anos necessitou da aprovação papal, que foi pedir a Roma, e uma vez conseguida iniciou as suas tarefas diocesanas. Travou conhecimento com aquele que ficaria para a história como a "eminência parda" pela confiança que Richelieu sempre depositaria nele: o capuchinho Padre José. Eleito deputado nos Estados Gerais pelo clero de Poitou em 1614, foi depois distinguido com o cargo de Grande Esmoler do reino por Maria de Médicis, mãe de Luís XIII. Protegido de um poderoso ministro do reino, Concino Concini, ganhou também ascendente sobre a rainha-mãe, mas quando estes caíram em desgraça também Richelieu foi em 1618 exilado para Avinhão por ordem de Luís XIII. Após a reconciliação do rei com a sua mãe, em 1620, por meio do Tratado de Angoulême, abriu-se de novo o caminho de Richelieu ao poder. A 16 de Abril de 1621 tornou-se Cardeal de Richelieu, por intercessão do rei, três anos depois membro do Conselho Real e chegando ao posto de primeiro ministro, dedicou-se à práctica de uma política que procurou fortalecer tanto o poderio francês face a outros dominantes na Europa como o do rei no seu próprio país. Tal implicou a perda de privilégios e de estruturas defensivas que davam autonomia a grandes figuras da nobreza, que passaram a viver em constante revolta contra este ministro. Uma das medidas mais polémicas tomadas por Richelieu (entretanto feito par de França e duque) foi a aliança com os Protestantes no combate dos anos 30 de 1600 contra os Católicos do império dos Habsburgos, posição tomada por razões políticas mas criticada por ser tomada por um clérigo. Destes combates nasceram a "taille" e a gabela, taxas a pagar sobre a terra e o sal para o financiamento dos gastos militares. Após o seu falecimento, sucedeu-lhe no cargo o cardeal Mazarino. Richelieu foi uma das figuras de proa da instauração do Absolutismo real na França. Subordinou todos os poderes ao rei, no qual centralizou todo o poder. Mitigou e aboliu até os conflitos de interesses de carácter nobiliárquico ou religioso, fazendo valer a arbitragem e intervenção da política real, cujo maior instrumento era o próprio cardeal-duque Richelieu. Um estado centralizado, com Richelieu, substituiu um país pulverizado por poderes, fragmentado por querelas e lutas internas e regido por leis diversas. Um Rei, um Estado, uma Lei, poderia ter sido a divisa absolutista de Richelieu. Este notabilizou-se ainda pelo enfraquecimento do poder dos Habsburgos na Europa, reinantes na Espanha (com os Áustrias) e no Sacro-Império Romano-Germânico. Foi um dos apoiantes dos Protestantes do Norte da Europa contra os estados dominados pelos Habsburgos que, apesar de católicos como Richelieu, no seu entender deveriam ser enfraquecidos para dar lugar à hegemonia da França. Assim, Richelieu foi um dos vencedores da Guerra dos Trinta Anos (1618-1648) e da Paz de Vestefália, momento de viragem na direcção geopolítica da Europa.

Cardeal de Richelieu. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-09-09]

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Rossini - Duetto di due gatti

Duas interpretações deste dueto que faz sempre rir o público. Rossini era mesmo um génio.



Faz anos hoje - Antonin Dvorák

No dia 8 de Setembro de 1841 nasceu Antonin Dvorák.

Da Infopédia:

Compositor boémio, Antonín Leopold Dvorák nasceu em 1841, em Nelahozeves, na Boémia (actual República Checa), e morreu em 1904, em Praga. Foi notabilizado por ter recorrido a influências folk na sua composição, a música romântica do século XIX. Iniciou os seus estudos musicais muito cedo e, mais tarde, a conselho do professor Antonin Liehmann, ingressou numa escola de órgão, em Praga. Tornou-se um instrumentista talentoso e fez parte da orquestra do Provisional Theatre, na altura conduzida por Bedrich Smetana. O estudo com apoio de professores particulares e o interesse recém-adquirido pela composição acabou por levá-lo à conquista de três prémios Stipendium (1874, 1876, 1877), o que despertou a atenção de outro compositor, seu contemporâneo, o famoso Johannes Brahms. A partir daí, tornaram-se frequentes as suas actuações públicas, notabilizando-se, de entre elas, as peças de Danças Eslavas, a Sexta Sinfonia e a Stabat Mater. Particularmente bem recebido junto do público inglês, acaba por ser doutorado honoris causa pela Universidade de Cambridge e dedica alguns trabalhos a instituições britânicas. Em 1891, começou a dar aulas no Conservatório de Praga e protagonizou alguns concertos na sua Boémia natal. Seguidamente, partiu para os EUA e foi nomeado director do Conservatório Nacional de Nova Iorque, funções que exerceu desde 1892 e durante três anos. Foi durante essa fase, em que leccionou temáticas de composição, que compôs a Nona Sinfonia, "Do Novo Mundo", alguns dos seus mais famosos quartetos de cordas e o concerto para violoncelo. Algumas dificuldades financeiras e problemas familiares trouxeram-no de novo a Praga e o compositor dedicou-se à composição de poemas sinfónicos e obras dramáticas, destacando-se a ópera Rusalka (1901). Não é considerado um compositor radical nem demasiado conservador. Os seus trabalhos revelam influências da música tradicional checa, nomeadamente a polka, a furiant e a dumky, mas também influências da escola americana, como sejam as escalas pentatónicas. De entre as suas referências musicais destacam-se nomes como Mozart, Haydn, Beethoven, Schubert e Wagner e, obviamente, o seu amigo Brahms. Dvorák nunca mostrou uma grande afinidade com as composições dramáticas, preferindo o equilíbrio, a elegância e o classicismo na forma. Os seus trabalhos mais importantes incluem Moravian Duets (1876), Stabat Mater (1877), Slavonic Dances (1878), Gypsy Songs (1880), Symphony N.º 7 in D Minor (1885), Symphony N.º 9 in E Minor (Do Novo Mundo - 1893), Piano Quintet in A Major (1887), Te Deum (1892) e Rusalka (1901).

Antonín Dvorák. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-09-08]

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Mariella Devia - Maria Stuarda e Anna Bolena

Comentava o Mário, num "post" que recentemente aqui coloquei com uma interpretação da ária final da ópera Zelmira de Rossini interpretada pelo soprano Mariella Devia, que esta senhora é "uma grande rossiniana".

Como de costume, concordo com o Mário. No entanto, penso que La Devia é muito mais que uma grande rossiniana. É também uma grande donizettiana. A comprová-lo aqui ficam dois vídeos (gravação áudio) em que a cantora interpreta as árias finais das óperas Maria Stuarda e Anna Bolena.

A captação foi feita num concerto que ocorreu em Génova em Junho passado.

Já agora, querem adivinhar a idade da Devia? A idade real, porque pela voz parece estar ainda na casa dos 30/40...



Faz anos hoje - Camilo Pessanha

No dia 7 de Setembro de 1867 nasceu Camilo Pessanha.

Da Infopédia:

Depois de se ter formado em Direito pela Universidade de Coimbra, partiu como professor para Macau, onde permanecerá, depois como conservador do registo predial, grande parte da sua vida e onde terá convivido durante escassos anos com Wenceslau de Morais. Ocupando uma posição marginal relativamente aos movimentos, polémicas e publicações que marcaram a última década de Oitocentos, Camilo Pessanha foi compondo uma pequena mas significativa obra poética, esparsamente divulgada em pequenas revistas e jornais, e apenas coligida em 1920, pelo empenho de um amigo e admirador, João de Castro Osório. Considerada o que de melhor produziu o simbolismo português, a sua obra aponta em vários aspectos para a estética modernista, sendo, aliás, da responsabilidade de Luís de Montalvor, um dos elementos de Orpheu , a divulgação em primeira mão de um conjunto de poemas de Pessanha na revista Centauro. A poesia de Camilo Pessanha articula o equilíbrio musical do verso, a capacidade de sugestão de sentidos a partir de elementos significantes, proveniente de um simbolismo de matriz verlainiana, com a elevação da imagem à categoria de símbolo, teorizada por Baudelaire ou Mallarmé, como alicerces de uma poesia elaborada ao ponto de ocultar o seu rigor construtivo e encarada como forma intelectualizada de compreensão da relação entre o eu e a realidade. Revelado pelos modernistas, este autor deve a sua redescoberta, até certo ponto, à iluminação recíproca que estabelece com a obra de Fernando Pessoa, devendo-se o primeiro estudo exaustivo da sua obra, em 1956, à ensaísta Esther de Lemos, a que se seguiriam, nas décadas seguintes, trabalhos fundamentais sobre Clepsidra, da autoria de Urbano Tavares Rodrigues e Óscar Lopes. Segundo este último ensaísta, "Pessanha traz à poesia portuguesa toda a dinâmica até então insuspeitada do momento subjectivo no domínio da percepção, desarticulando a perspectiva puramente geométrica a que a descrição parnasiana obedece, mobilizando os modos afectivos de reacção à realidade sensorial", e alcançando, na "expressão estilística concreta", "a dialéctica das percepções ou imagens e de uma subjectividade individual" (cf. Entre Fialho e Nemésio , vol. I, Lisboa, INCM, p. 136). Bibliografia: Clepsidra, Lisboa, 1920, reed. aum., Lisboa, 1945; China, Lisboa, 1944; O Caderno Poético de Camilo Pessanha, Macau, 1986; Cartas a Alberto Osório de Castro, João Baptista Castro e Ana Osório, Lisboa, 1984

Camilo Pessanha. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-09-07]

domingo, 6 de setembro de 2009

Blogue da semana (XXXI) - Opera per Tutti

O blogue que destaco esta semana é o Opera per Tutti da responsabilidade do José Quintela Soares.

Como o próprio nome indica, o tema do blogue é a ópera nas suas variadas vertentes.

Está a decorrer uma série de desafios em que são mostradas fotografias e é pedido aos leitores que indiquem o nome do cantor nelas presente.

É interessante este Opera per Tutti.

Faz anos hoje - John Dalton

No dia 6 de Setembro de 1766 nasceu John Dalton.

Da Infopédia:

Químico e físico inglês, John Dalton nasceu a 6 de Setembro de 1766, em Eaglesfield, na Inglaterra, e morreu a 27 de Julho de 1844, em Manchester, também na Inglaterra. Já aos 12 anos revelava dotes científicos especiais, altura em que já ensinava Matemática aos seus primeiros alunos. De origem bastante pobre, nem por isso se viu impedido de se tornar um químico extraordinário. É considerado o "Pai" da Teoria Atómica sobre a qual assenta a química moderna. Segundo este, toda a matéria era formada por partículas extremamente pequenas - os átomos. Estes, eram indivisíveis, variavam de elemento para elemento e combinavam-se entre si formando compostos. Dalton estabeleceu a lei das proporções múltiplas, segundo a qual as quantidades do mesmo elemento que se unem com uma quantidade fixa de outro elemento para formar, em cada caso, um composto diferente estão na razão de números inteiros simples. Formulou, ainda, a lei que ficou conhecida por "lei de Dalton", segundo a qual a pressão exercida por uma mistura de gases ideais é igual à soma das pressões da cada um dos componentes da mesma. Dalton investigou a solubilidade dos gases nos líquidos e descobriu o daltonismo - incapacidade de distinguir diversas cores no espectro, atingindo frequentemente o verde e o vermelho.

Dalton. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-09-06]

sábado, 5 de setembro de 2009

Cartão do Cidadão

Depois de quase dois meses à espera quando me foi dito que demoraria duas semanas, fui hoje levantar o meu cartão do cidadão.

Faz anos hoje - Freddie Mercury

No dia 5 de Setembro de 1946 nasceu Freddie Mercury.

Da Infopédia:

Cantor pop-rock, de nome verdadeiro Farookh Bulsara, nasceu a 5 de Setembro de 1946, na ilha de Zanzibar, em África. Os seus pais, Bomi e Jer Bulsara eram de origem persa. Em 1947, a família mudou-se para a Índia, onde o pequeno Farookh entrou para o Colégio Interno de St. Peter, em Panchgani, a 80 quilómetros de Bombaim. Foi aí que os amigos o começaram a chamar Freddie. Iniciou então a aprendizagem de Piano, ao mesmo tempo que se destacava em todas as actividades extra-curriculares ligadas ao desporto e às artes. Em 1958, fundou com quatro colegas de escola os The Hectics, a sua primeira banda, na qual tocava piano e assumia um papel bastante discreto. Em 1962, voltou à sua terra natal, onde viveu até 1964, ano em que se mudou com a família (já com a irmã Kashmira) para Inglaterra devido à instabilidade politico-social por que passava Zanzibar. Em Setembro do mesmo ano, matriculou-se na Escola Politécnica de Isleworth para estudar Arte. Dois anos depois, entrou para a Faculdade de Artes de Ealing, onde finalizou os estudos no curso de Desenho e Artes Gráficas. Na faculdade, conheceu Tim Stafell, que tocava num grupo chamado Smile. Durante um ensaio da banda, Tim apresentou a Freddie os restantes membros do grupo: o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor, dos quais ficou amigo. Nos dois anos seguintes, passou pelas bandas Ibex (depois Wreckage) e Sour Milk Sea. Data de 23 de Agosto de 1969 a primeira subida ao palco de Freddie Mercury, com os Ibex, no Teatro Octogonal da cidade de Bolton. Em 1970 conheceu Mary Austin, com quem viveu durante sete anos. Em Abril de 1970, Tim Stafell abandonou os Smile. Nesse momento Freddie convenceu Brian May e Roger Taylor a prosseguirem com a banda, propôs a mudança de nome para Queen e criou o seu apelido Mercury. Pouco tempo depois, o terceto passou a quarteto com a inclusão do baixista John Deacon. Nascia, assim, uma das bandas mais marcantes da história da música, através da qual Freddie Mercury deu corpo a todo o seu génio musical. Possuidor de uma voz capaz de alternar entre a balada melodiosa e o rock mais agressivo, Mercury foi acima de tudo um sublime intérprete em palco, espaço onde libertava o seu espírito mais extravagante, vestindo roupas provocantes e fazendo poses ousadas. Foi também um compositor de excepção, sendo imensas as composições de sua autoria que celebrizaram os Queen. Entre elas estão "Bohemian Rapsody", "We Are the Champions", "Friends Will Be Friends", "The Show Must Go On" e "Made in Heaven", numa lista quase interminável.
Em 7 de Outubro de 1979, Freddie actuou com o Royal Ballet, num espectáculo em que dançou e interpretou os temas "Bohemian Rapsody" e "Crazy Little Thing Called Love" ao som de orquestra. Em 1983, começou a trabalhar no seu primeiro disco a solo. No ano seguinte, contribuiu para a banda sonora do filme Metropolis com o tema "Love Kills", escrito em parceria com o músico e produtor Giorgio Moroder. Ainda em 1984, lançou o single "I Was Born to Love", que antecedeu a edição, em 1985, do seu primeiro álbum a solo, Mr. Bad Guy, que incluiu ainda os êxitos "Living on My Own" e "Made in Heaven".
Em Fevereiro de 1987, lançou uma versão de " The Great Pretender", um clássico dos The Platters. No mês seguinte, viajou para Espanha, onde gravou com a diva da ópera espanhola Montserrat Caballé a canção "Barcelona", que atingiria o Top Ten britânico. No ano seguinte sairia o álbum conjunto com o mesmo nome, do qual fizeram parte temas como "How Can I Go On" e "The Golden Boy". A 8 de Outubro de 1988, actuou ao lado de Montserrat Caballé, naquele que viria a ser o seu último espectáculo, pois encontrava-se já gravemente doente. Mesmo assim, continuou a compor e a gravar canções, tendo mesmo rodado vídeos.
Em 1991, gravou o último álbum com os Queen, intitulado Innuendo, antes de comunicar, a 23 de Novembro, a sua condição de seropositivo, deixando em estado de choque os seus milhões de fãs em todo o mundo. No dia seguinte faleceu em sua casa.
A 20 de Abril de 1992 realizou-se um concerto em sua memória, no Estádio de Wembley, palco que, sete anos antes, no evento Live Aid, recebera uma das melhores actuações de sempre dos Queen. No mesmo ano foi lançado uma colectânea com os seus maiores sucessos a solo, The Freddie Mercury Album. Os restantes membros da banda lançaram, em Novembro de 1995, o álbum Made in Heaven que incluiu as últimas canções compostas por Freddie Mercury.
A orientação a solo de Freddie Mercury ficou marcada por uma sonoridade menos rock, bem patente na Solo Collection (2000), uma caixa com três CD's que junta o melhor material gravado pelo malogrado cantor. Três anos mais tarde, saiu nova edição especial dos êxitos do cantor a solo, pela mão da EMI, com o título Freddie Mercury Solo.

Freddie Mercury. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-09-05]

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Steig Larsson - A Rapariga que sonhava com uma lara de gasolina e um fósforo

Sempre gostei de livros grandes e nunca compreendi aquelas pessoas que olham os livros com mais de 500 páginas como se fossem grandes "calhamaços" impossíveis de ler.

Este "A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo" é o segundo "calhamaço" da trilogia Millennium do escritor sueco Stieg Larsson. As aventuras e desventuras da jovem Lisbeth Salander continuam a prender-nos à leitura e o que à primeira vista parece ser um livro enorme lê-se de "fio a pavio" num abrir e fechar de olhos.

Vou começar o terceiro e último volume.