(Desculpem alguns erros dactilográficos neste artigo. Foi escrito no iPad cujo teclado requer habituação. Estão, agora, corrigidos)
Por razões profissionais deparei-me hoje com um e-mail de uma jovem norte-americana que, pelo facto de ter que passar uns meses aqui no Funchal perguntava, entre outras coisas, se a rede eléctrica por aqui era fiável e se havia ligacões domésticas à Internet, como se estivéssemos aqui num fim de mundo e como se não soubesse que o trabalho que vem aqui realizar deixa implícito que, obviamente, todas essas questões estão devidamente asseguradas.
Por razões profissionais deparei-me hoje com um e-mail de uma jovem norte-americana que, pelo facto de ter que passar uns meses aqui no Funchal perguntava, entre outras coisas, se a rede eléctrica por aqui era fiável e se havia ligacões domésticas à Internet, como se estivéssemos aqui num fim de mundo e como se não soubesse que o trabalho que vem aqui realizar deixa implícito que, obviamente, todas essas questões estão devidamente asseguradas.
Enfim, a ignorância típica dos norte-americanos, pensei na altura! Só que logo de seguida eu próprio fui confrontado com a minha ignorância, uma vez que há quase vinte anos quando pensei em vir viver para esta ilha, não fazia a mínima ideia das suas dimensões (na escola apenas se falava dos nome das ilhas e das capitais) e que ao confrontar-me com os famosos cinquenta por vinte quilómetros, achei que nunca conseguiria viver aqui...
Que seja muito bem vinda a jovem norte americana e que aprenda muitas coisas novas por aqui, porque, apesar de tudo, é bom viver no Funchal!
