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domingo, 13 de dezembro de 2009

Faz anos hoje - Ernest Werner von Siemens

No dia 13 de Dezembro de 1816 nasceu Ernest Werner von Siemens.

Da Infopédia:

Engenheiro electrónico alemão, nasceu em 1816, na Prússia (actual Alemanha), e morreu em 1892, em Charlottenburg (Berlim). Desempenhou um papel importante no desenvolvimento da indústria telegráfica. Em 1841 tirou a primeira patente: para doirar e pratear por galvanoplastia. Fundou a firma electrónica da Siemens, em 1847. Construiu as primeiras linhas telegráficas subterrâneas da Europa (1848/1849) e o primeiro comboio eléctrico (1879). Foi o inventor da borracha como isolador eléctrico, do dínamo eléctrico de corrente alterna, do fotómetro de selénio entre outras. Charles William Siemens (1823-1883), irmão de Ernst, contribuiu para o desenvolvimento das indústrias do aço e telegráficas. Fixou-se em Inglaterra em 1884 e ali estabeleceu uma indústria eléctrica filial da do seu irmão. A William Siemens se deve uma nova técnica no forno de recuperação (1867), utilizada na produção de aço. Instalou um cabo submarino através do Atlântico e construiu na Irlanda um dos primeiros comboios eléctricos (1883).

Ernst Werner von Siemens. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-12-13]

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Notícia em Destaque - Televisão Digital Terrestre está no ar

Do Jornal de Notícias:

Começa a ser distribuída em 10 a 12 localdidades, incluindo Açores e Madeira, e necessita de de equipamento próprio.

A PT começa a distribuir Televisão Digital Terrestre (TDT) em 10 a 12 localidades de Portugal, incluíndo Madeira e Açores, disponibilizando mais canais gratuitos e serviços interactivos, além de som e imagem com qualidade superior à actual.

Além dos canais RTP1, RTP2, SIC, TVI e RTP Madeira e RTP Açores (nas Regiões Autónomas), a TDT permite disponibilizar mais um canal nacional generalista, o quinto canal - ainda não atribuído - e entre 15 a 20 canais nacionais e 35 a 45 canais regionais, na sua versão por subscrição.

Além destes canais, a TDT disponibiliza ainda um canal em alta-definição (HD - High Definition) gratuito, cujos conteúdos serão partilhados pelos outros operadores e funcionalidades avançadas como guias electrónicos de programação e outros serviços interactivos.

A recepção do sinal digital de televisão necessita de equipamento próprio, seja um televisor capaz de receber sinal digital, seja um descodificador compatível com a tecnologia DVB-T e com a norma MPEG4/H.264.

Refira-se que, para quem já tem serviços e canais por subscrição como a televisão por cabo ou por satélite, a introdução da TDT não terá impacto.

A emissão de televisão em sinal digital será obrigatória em todos os países da União Europeia a partir de 2012.

In Jornal de Notícias

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Notícia em Destaque - O primeiro telemóvel a energia solar

Lê-se no IOL Portugal Diário:

A Samsung vai apresentar, na próxima semana, o primeiro telemóvel com ecrã táctil que funciona apenas com energia solar, informa o 20 minutos.

O «Blue Earth» pode ser carregado em apenas uma hora, com um painel solar colocado na traseira do aparelho. A duração da bateria será igual à de qualquer outro telemóvel.

A capa do telefone é feita de plástico reciclado de garrafas de água, reduzindo assim o consumo de combustível e as emissões de dióxido de carbono do processo de produção.

O novo telemóvel da Samsung terá ainda uma opção «Eco mode», que permitirá um consumo de energia muito reduzido.

Outra das novidades é a função «Eco walk», um «medidor» de passos que o dono vai dando enquanto caminha, permitindo calcular as emissões de CO2 que está a poupar ao fazê-lo.

O «Blue Earth» é o resultado de uma política ecológica seguida pela empresa, sendo que até a embalagem é feita de papel reciclado.

In IOL Portugal Diário

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Notícia em Destaque - Telemóveis vão ser o principal meio de acesso à Internet em 2020

Lê-se no "site" do Público:

Esqueçam os “enormes” computadores pessoais em casa, esqueçam mesmo os mais leves portáteis. Daqui a 12 anos, será pelo telemóvel que faremos a maior parte dos nossos acessos à Internet. Pelo menos é essa uma das conclusões do estudo “O Futuro da Internet III” da Pew Internet & American Life Project. O estudo parte de algumas previsões para o futuro da Internet e confronta-as com a opinião de activistas e analistas. Uma larga maioria destes especialistas (77 por cento), considera que, apesar de iniciativas como “um computador por criança” virem a ser bem-sucedidas, o aumento da capacidade de processamento dos telemóveis, a sua portabilidade e preço mais baixo, farão deles a principal ferramenta de acesso à informação em todo o mundo. Em 2020 será também comum a utilização da voz e do toque como interface tecnológico. Fazer ditados para o computador passará a pertencer ao nosso dia-a-dia e, quando não quisermos que toda a gente ouça o que estamos a ditar, será possível projectar um teclado em qualquer superfície lisa. Porém, nem tudo são rosas no futuro da Internet. Se é verdade que a maioria dos especialistas concorda que haverá uma maior transparência por parte das pessoas e organizações, isso não equivalerá a um aumento da tolerância social. Para comprovar esta previsão basta fazer uma visita aos comentários do YouTube, onde vemos como a Internet também pode ser um meio intolerante e preconceituoso. Copyright vs “Crackers” Um das questões mais problemáticas e mais discutidas relativamente à Internet é o conceito de propriedade intelectual. Os downloads multiplicam-se, a partilha optimiza-se e, a cada nova estratégia proteccionista, surge uma nova forma de a contornar. O estudo da Pew aponta para a continuação desta guerra durante mais alguns anos, de um lado procura-se endurecer as leis de propriedade intelectual e, do outro, continuará a encontrar-se formas de copiar e partilhar conteúdos gratuitamente. A previsão actual é que estes últimos, os “crackers”, continuem alguns passos à frente, ao mesmo tempo que os legisladores não conseguirão chegar a acordo sobre propriedade intelectual. Outra das conclusões do estudo é que as divisões entre vida pessoal e profissional e realidade física e virtual estarão esbatidas em 2020 para quem está online. Como se começa desde já a adivinhar, os mundos virtuais serão formatos cada vez mais populares, principalmente devido à evolução dos interfaces tecnológicos. Para se estar verdadeiramente integrado na Web 2.0 (ou qualquer que seja o número em que vamos em 2020) será necessário pertencer a um destes universos. Além disso, as fronteiras da era industrial entre trabalho e vida pessoal irão diluir-se. Jogar e trabalhar ficarão misturados sempre que se desempenharmos alguma delas, seja em nossa casa, no ginásio, no centro comercial ou no local de trabalho, que o estudo prevê poder existir numa nova plataforma virtual. Os especialistas concordam ainda que a arquitectura da Internet não será substituída, mas antes melhorada com progressivos updates. Em 2020, cá estaremos para confirmar estas previsões.

In Público