Mostrar mensagens com a etiqueta CD. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta CD. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
sábado, 5 de janeiro de 2013
Julia Lezhneva
(In english bellow)
Julia Lezhneva, uma soprano com pouco mais de vinte anos, continua a consolidar uma carreira que se prevê de sucesso.
Julia Lezhneva, uma soprano com pouco mais de vinte anos, continua a consolidar uma carreira que se prevê de sucesso.
A cantora tem um contrato com a Decca e prepara-se para lançar um álbum com o seu próprio nome (com Il Giardino Armonico dirigido por Giovanni Antonini).
Na página da Decca no YouTube encontra-se o vídeo seguinte, com uma interessante entrevista com Lezhneva.
Julia Lezhneva is a soprano in her early twenties, with a very promising career. The singer has a contract with Decca and is preparing a new album (with Il Giardino Armonico and Giovanni Antonini).
On Decca's YouTube page you can find the following video, with an interesting interview with Lezhneva.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Julia Lezhneva - Rossini
O primeiro álbum de Julia Lezhneva, dedicado a Rossini, é, segundo o DIVERDI.com, top de vendas em França (música clássica).
Como tenho vindo a dizer nos meus blogues, Lezhneva é uma cantora muto jovem, mas com um futuro muito promissor.
Récord de ventas de Julia Lezhneva en Francia
El CD con la cantante rusa y Marc Minkowski dedicado a Rossini, número 1 de ventas en música clásica en nuestro país vecino.

Como han anunciado los responsables del sello Naïve, el CD con Julia Lezhneva cantando arias de Rossini, que se lanzó a mediados de marzo, se ha convertido en el más vendido de todos los discos de música clásica en Francia en las dos primeras semanas de abril. En este álbum, Lezhneva canta junto a la orquesta Sinfonia Varsovia, bajo la batuta de su nuevo director artístico, Marc Minkowski. Este director ha sido una pieza clave en la fulgurante carrera de la cantante, al haberla escogido para su grabación de la Misa en Si menor de Bach.
Entre otras cosas este éxito se debe a dos artículos aparecidos en Le Figaro (el más prestigioso de los periódicos franceses junto a Le Monde), y en la revista Diapason. En Le Figaro se define a Lezhneva como "la nueva Callas".
Lo cierto es que Julia Lezhneva es la revelación vocal de la que todo el mundo habla. Nació en 1989 en la Isla Sajalín (Rusia), en una familia de geofísicos. Estudió en la Escuela Gretchaninov y en el Conservatorio de Moscú, y más tarde con Elena Obraztsova, Dennis O'Neill y Alberto Zedda. En el 2007 ganó la Competición Internacional para Jóvenes Cantantes de Ópera de San Petersburgo, cuyos jueces incluían nada menos que a Teresa Berganza, Eva Marton y Christa Ludwig. Desde entonces ha sido la protegida de Dame Kiri Te Kanawa. El pasado año fue la brillante ganadora de la Competición Internacional de Ópera de París, y su interpretación en la grabación de la ópera de Vivaldi Ottone in Villa ha sido altamente apreciada por la prensa internacional.
Entre otras cosas este éxito se debe a dos artículos aparecidos en Le Figaro (el más prestigioso de los periódicos franceses junto a Le Monde), y en la revista Diapason. En Le Figaro se define a Lezhneva como "la nueva Callas".
Lo cierto es que Julia Lezhneva es la revelación vocal de la que todo el mundo habla. Nació en 1989 en la Isla Sajalín (Rusia), en una familia de geofísicos. Estudió en la Escuela Gretchaninov y en el Conservatorio de Moscú, y más tarde con Elena Obraztsova, Dennis O'Neill y Alberto Zedda. En el 2007 ganó la Competición Internacional para Jóvenes Cantantes de Ópera de San Petersburgo, cuyos jueces incluían nada menos que a Teresa Berganza, Eva Marton y Christa Ludwig. Desde entonces ha sido la protegida de Dame Kiri Te Kanawa. El pasado año fue la brillante ganadora de la Competición Internacional de Ópera de París, y su interpretación en la grabación de la ópera de Vivaldi Ottone in Villa ha sido altamente apreciada por la prensa internacional.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Julia Lezhneva (Royal Albert Hall)
Recebi mais notícias do pai de Julia Lezhneva, dando-me a conhecer um vídeo em que a cantora interpreta o rondo finale da ópera La Donna del Lago de Rossini em Maio de 2010, no Royal Albert Hall (Londres) aquando da entrega do prémio Lifetime Achievement Award a Dame Kiri Te Kanawa.
A cantora na altura tinha apenas 20 anos (embora a apresentadora refira 21) e faz uma apresentação extraordinária desta ária onde evidencia todas as suas capacidades vocais. Como uma voz destas, acho que Lezhneva vai muito longe quer em repertório de soprano quer de mezzo-soprano.
Nesta interpretação destaco-lhe o excelente registo grave e os pianíssimos.
Não deixem de ver (aqui).
segunda-feira, 21 de março de 2011
Julia Lezhneva - Rossini
Como já referi aqui no Outras Escritas, descobri a voz de Julia Lezhneva num vídeo do YouTube em que a cantora interpreta magistralmente a ária final da ópera Zelmira de Rossini perante o júri do "Grand Prix of the 6th international E.V.Obraztsova competition for opera singers", vindo a vencer a competição (2007).
A cantora tinha na altura apenas 19 anos, mas a qualidade da sua interpretação despertou-me a atenção. Tive a sorte de me "cruzar" com o seu pai nos comentários do YouTube e a partir dessa data, sou alertado sempre que algo de importante se passe na sua, ainda curta carreira.
Hoje é lançado o seu álbum dedicado a Rossini.
Aqui fica o vídeo promocional.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Natalie DESSAY - "Cleopatra" Airs d'opéra extraits de Giulio Cesare de Haendel
Extraordinária a interpretação de Natalie Dessay (que brevemente verei em Nova Iorque na Lucia di Lammermoor) neste novo trabalho que estará disponível a 10 de Janeiro (mais pormenores em baixo, em francês).
Natalie DESSAY - "Cleopatra" Airs d'opéra extraits de Giulio Cesare de Haendel
Le Concert d'Astrée / Emmanuelle HAÏM
Parution: 17 janvier 2011
Natalie Dessay est Cléopâtre, à la scène et au disque.
Natalie Dessay interprète sa première Cléopâtre dans une nouvelle production du Giulio Cesare de Haendel à l'Opéra Garnier du 17 janvier au 17 février 2011.
En écho à cette prise de rôle, la soprano française sort un nouveau disque, consacré aux arias que le Caro Sassone a dévolues à la reine égyptienne, véritable femme fatale de l'opera seria.
Avec la complicité d'Emmanuelle Haïm, Natalie Dessay redonne vie à tout un théâtre de la passion baroque et exalte la complexité de cette héroïne partagée entre manigances politiques, érotisme tout-puissant et désespoir suicidaire...
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Joyce DiDonato apresenta o album Diva Divo
Parece-me muito promissor o novo trabalho da que considero um dos melhores mezzo-sopranos da actualidade. Em Diva Divo disponível a 25 de Janeiro, Joyce DiDonato explora o repertório de mezzo-soprano composto para personagens masculinas e femininas (mais detalhes, em Inglês, ver a baixo).
Joyce DiDonato's capacity for characterization is as astounding as the range and flexibility of her voice. This new collection showcases DiDonato's multi-faceted art, and the wealth of opportunities open to a mezzo-soprano by presenting her as different characters- both male and female- from the same opera story.
As DiDonato explains: "This recital celebrates the vast and fabulous world of the mezzo-soprano. Aside from the obvious Toscas or Cio-Cio Sans, I've never regretted the length of my vocal cords! I have the privilege and unmitigated joy of playing boys and young men, as well as girls and grown women ... It's an exploration of the human palette of emotions."
The program features several roles that DiDonato has sung on stage, such as Rossini's Cenerentola, Bellini's Romeo, and Mozart's Cherubino. The 'flip sides' of those characters are roles that have not been featured in her repertoire: the Prince from Massenet's Chérubin; the Nurse from Berlioz's Roméo et Juliette, and both Chérubin (from Massenet's 'sequel' to Le nozze di Figaro) and Susanna. The Figaro connection continues with an excerpt from Il barbiere di Siviglia (Rosina, of course, later becomes Countess Almaviva), while the other operas on the program, include La clemenza di Tito (Sesto and Vitellia), Faust, La Damnation de Faust, Mefistofele.
Accompanying Joyce DiDonato in this tour de force is the Orchestre de l'Opéra National de Lyon under the company's Principal Conductor Kazushi Ono, another artist who successfully embraces an extraordinary diversity of musical idioms.
sábado, 27 de novembro de 2010
Vivaldi - Ercole sul Termodonte
Já sabia há algum tempo que a EMI Classics ia lançar um CD com árias de Vivaldi interpretadas por vários cantores.
A própria editora disponibilizou no YouTube o vídeo que se segue, e que confirma o que eu já previa. Desculpem a linguagem, mas não consigo deixar de dizer: Que raio está a fazer o Villazón neste álbum?
O cantor parece teimar em interpretar reportório que não é nem nunca será o seu. Curiosamente os comentários ao vídeo são-lhe bastante elogiosos.
De qualquer forma, DiDonato está muito bem, como sempre, e Genaux está excelente. Não vou, no entanto, colocar este trabalho na minha lista de compras.
sábado, 13 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Stabat Mater de Rossini (Antonio Pappano)
Antonio Pappano dirige a Academia di Santa Cecilia nesta nova gravação do Stabat Mater de Rossini com, o que o maestro intitula, uma "Equipa de Sonho", referindo-se a Anna Netrebko, Joyce DiDonato, Lawrence Brownlee e Ildebrando D'Arcangelo.
domingo, 24 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Joan Sutherland (I Puritani)
Descobri na Amazon, que estará disponível no dia 1 de Novembro, um duplo CD com uma gravação ao vivo da ópera I Puritani de Vincezno Bellini em que Joan Sutherland interpreta Elvira.
A gravação é do ano de 1960 e foi captada em Glynderbourne. Não será de esperar grande qualidade sonora, mas Sutherland estará certamente em topo de forma e na fase "pré-Bonynge".
O maestro é Vittorio Gui.
Review
The Glyndebourne performance is persuasive. Joan Sutherland is the heroine with such art and high accomplishment. --Financial Times 25 May 1960
With Joan Sutherland singing Elvira with extraordinary beauty of tone and line, and the orchestra playing with a new freedom, spontaneity and a welcome lack of affectation, Glyndebournes new production justifies itself. --The Observer 29 May 1960
Vittorio Gui conducts with an ideal blend of gentleness and high spirits, warmth and dash. The RPO and the excellent Glyndebourne Chorus are in good form --Spectator 3 June 1960
CD Description
Italian conductor Vittorio Gui was Glyndebournes musical director from 1951 1963, and introduced a strong Italian theme in his programming Rossini and Bellini amongst them. Bellinis last and arguably richest opera I Puritani, comes from Glyndebournes recording archive, dated 1960 and was the first performance of this opera in Britain since 1887. This is Joan Sutherlands debut in the role of Elvira. This young and extraordinary bel canto talent is the heroine in this production. She has a beauty of tone, her voice fluent and eloquent, the intimate confines of the Glyndebourne opera house allowing the warm glowing colour in Sutherlands voice to radiate. So acclaimed was this production that it was selected for Glyndebournes return to the Edinburgh Festival after a 4 year absence and Sutherland, so in love with her Glyndebourne costumes was she, that she borrowed them from the production for her performances as Elvira at the Gran Teatro del Liceo in Barcelona in December 1960.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
Rossini for tenor - Rockwell Blake
Já referi aqui no Outras Escritas por variadíssimas vezes, que o tenor Rockwell Blake é um dos tenores que mais aprecio a interpretar Rossini.Adquiri recentemente um CD duplo do tenor, lançado em 2004 que conjuga dois álbuns editados em 1987 e 1989.
Neste trabalho o tenor presenteia-nos com a sua interpretação das árias mais famosas do reportório rossiniano que são das árias de mais difícil interpretação para qualquer cantor.
Conheço muito bem a voz de Blake quer por gravações quer ao vivo. Tive a sorte de assistir a uma das últimas aparições do tenor em palco quando interpretou no Teatro Nacional de S. Carlos a personagem de Uberto na ópera La Donna del Lago de Rossini em 2005. Digo que tive sorte porque o tenor não fazia inicialmente parte do elenco, mas acabou por ser o substituto de Juan Diego Flórez que cancelou por motivo de doença. Para muitos, o facto de Flórez não comparecer nas duas récitas programadas foi um infortúnio, mas para mim ter a oportunidade de ouvir Blake foi uma dádiva.
Mas falemos da voz. O timbre não é belo, admito isso, mas é especial. Já aqui referi por variadíssimas vezes que não gosto particularmente de vozes cujo timbre não é facilmente identificável. Por mais belas que sejam, essas vozes parecem-me sempre demasiadamente artificiais e dizem-me pouco.
Não sendo o timbre de Blake a característica que mais se destaca na sua voz, há toda uma série de outras características que fazem dele um dos melhores intérpretes de Rossini que alguma vez ouvi.
Em primeiro lugar devo falar da técnica. É soberba! De tal forma que nem nos apercebemos que existe. Não será isto um contra-senso? - perguntar-me-ão. Não é! A técnica deve existir, mas deve ser o mais imperceptível possível, pelo menos para quem ouve. Por exemplo, Blake parece que não tem qualquer necessidade de respirar. Não há praticamente respirações perceptíveis nas suas interpretações a não ser as que introduz propositadamente para acrescentar alguma emotividade.
Em segundo lugar a extensão vocal. As diferenças de cor entre as passagens graves e agudas são quase imperceptíveis, as notas graves não perdem muito em volume e as agudas são interpretadas sem qualquer evidência de esforço (ré sobre-agudo por exemplo).
Finalmente a agilidade. Inconfundível e incomparável. As passagens mais rápidas são interpretadas sem quaisquer falhas. As notas estão lá todas e de forma clara sem dissimulações (a-a-a e não ah - ah - ah).
Dos CD fazem parte, para além da árias mais famosas de Rossini, dois duetos para tenores (Ermione e Ricciardo e Zoraide) e o famoso terceto para tenores da ópera Armida. Acompanham Blake os temores Peter Jeffes e Peter Bronder.
Este é, sem dúvida, uma das melhores obras em CD da minha vasta colecção. Chama-se Rossini for Tenor, mas atrever-me-ia a chamar-lhe Tenor for Rossini.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Chegaram! E antes de tempo
Estava à espera deles só lá para o final de Abril, mas eis que chegaram hoje à hora de almoço, vindos da Nova Zelândia e sem pagar direitos alfandegários...

Claro que já ouvi alguns excertos.
Um recado para o Mário do Livro de Areia: compre depressa antes que esgote. Isto é Rossini no seu melhor.

Claro que já ouvi alguns excertos.
Um recado para o Mário do Livro de Areia: compre depressa antes que esgote. Isto é Rossini no seu melhor.
sexta-feira, 12 de março de 2010
Compras - Blake e Matteuzzi
Encontrei estas preciosidades na Amazon dos Estados Unidos. Comprei imediatamente. Espero que não fiquem na Alfândega.


segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Armida (Rossini) - Terceto para tenores
Falei ontem da Armida com que um amigo me presenteou recentemente.
O Mário do Livro de Areia, que adquiriu a obra, perguntou-me como era a qualidade da captação sonora.
Aqui fica a resposta: é excelente.
E aqui fica a prova: Terceto para Rinaldo, Ubaldo e Carlo, interpretado por Chris Merritt (o pirotécnico), Bruce Ford (o belo) e William Matteuzzi (o sobreagudo).
O Mário do Livro de Areia, que adquiriu a obra, perguntou-me como era a qualidade da captação sonora.
Aqui fica a resposta: é excelente.
E aqui fica a prova: Terceto para Rinaldo, Ubaldo e Carlo, interpretado por Chris Merritt (o pirotécnico), Bruce Ford (o belo) e William Matteuzzi (o sobreagudo).
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Joyce DiDonato

Aqui está uma opinião completamente diferente da minha, relativamente ao último trabalho e Joyce DiDonato.
Subscrever:
Mensagens (Atom)











