terça-feira, 7 de agosto de 2012
Este blogue está parado?
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
Dama de Espadas - Mário Zambujal
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Travessuras da Menina Má - Mario Vargas Llosa
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Travessuras da Menina Má
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Mário Vargas Llosa, Nobel da Literatura 2010

Finalmente o merecido prémio de consagração.
Quero ler as "Travessuras da Menina Má". Alguém me empresta?
terça-feira, 7 de setembro de 2010
O Belo Adormecido - Lídia Jorge

quinta-feira, 3 de junho de 2010
A Síndrome de Ulisses de Santiago Gamboa
Terminei de ler A Síndrome de Ulisses do escritor Colombiano Santiago Gamboa.O livro retrata as aventuras e desventuras de um jovem escritor Colombiano na Paris dos anos 90. O lado mais negro e difícil da vida de um grupo de emigrantes sul-americano é amplamente explorado com recurso a temas como o crime, o álcool, as drogas, o sexo e a homossexualidade.
Recomendo vivamente a leitura. Gamboa tem vindo a afirmar-se como um dos melhores escritores sul-americanos.
domingo, 30 de maio de 2010
Feira do Livro do Funchal (2010)
Comprei apenas um livro. Chama-se O Belo Adormecido e é de autoria da Lídia Jorge. Custou 4,40 €. Uma autêntica pechincha.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Leitura - As velas ardem até ao fim (Sándor Márai)
Li durante as minha recentes viagens de avião o livro As velas ardem até ao fim do escritor húngaro Sándor Márai.Um pequeno livro que retrata ao pormenor uma conversa entre dois amigos separados durante 41 anos. Cumplicidades e traições são os temas fortes da conversa.
A leitura não é muito fácil, no entanto, o livro é bastante interessante.
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terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Caim - José Saramago
Acabei de ler o polémico Caim de José Saramago.Em primeiro lugar devo referir que não percebo a polémica que se gerou em torno do livro. Claro que Saramago é um escritor importante (para muitos um bom escritor e para outros nem tanto) e que quando se põe em causa o livro sagrado se fica sujeito às mais diversas reacções da Igreja Católica.
Depois de ler o livro, considero que muitos dos comentários que se fizeram são perfeitos disparates. Saramago não ofende a Igreja Católica e também não ofende Deus, ou deus como escreve.
Em Caim, Saramago apenas põe em causa algumas das acções de Deus que são descritas na bíblia. Por exemplo, incendiar Sodoma e Gomorra não fez com que morressem milhares de crianças e mulheres inocentes?
E depois há uns aspectos mais práticos que são hilariantes. Por exemplo na Arca de Noé, as mulheres não tinham mãos a medir com a limpeza. É que colocar tantos animais num espaço fechado fez com que estivesse tudo sempre "mijado e cagado" (palavras do autor).
A maioria dos críticos literários não considera Caim ao nível de outras obras de Saramago, de qualquer forma, penso que o seu humor e a sua inteligência do autor estão sempre presentes.
Recomendo...
PS: nunca li a bíblia. Nunca me despertou qualquer interesse.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Faz anos hoje - Álvaro Cunhal (Manuel Tiago)
No dia 13 de Novembro de 1913 nasceu Álvaro Cunhal (Manuel Tiago).Da Infopédia:
Político português, Álvaro Barreirinhas Cunhal nasceu a 10 de Novembro de 1913, em Coimbra, e faleceu a 13 de Junho de 2005. Foi estudante da Faculdade de Direito de Lisboa e, em 1931, filiou-se no Partido Comunista. Em 1935, foi eleito secretário-geral da Juventude Comunista e, um ano depois, passou à clandestinidade. Em 1937, entrou para o Comité Central do partido. Os anos 30 foram ainda marcados pela colaboração em jornais como O Diabo, Seara Nova e Vértice e nas publicações clandestinas Avante e Militante. Após várias prisões temporárias, foi preso em 1949 no Forte de Peniche, de onde conseguiu evadir-se em 1960. No ano seguinte passou a ser secretário-geral do partido, cargo que ocupou até Novembro de 1992, data do último congresso, que elegeu, para o mesmo cargo, Carlos Carvalhas. Regressou a Portugal a 27 de Abril de 1974, sendo ministro sem pasta dos governos provisórios de 1974 e de 1975. Foi eleito deputado várias vezes, mas raramente ocupou o lugar na Assembleia da República. Cunhal distinguiu-se também como escritor. Escreveu vários livros de índole política, como Rumo à Vitória (1964), O Radicalismo Pequeno-Burguês de Fachada Socialista (1970), Contribuição para o Estudo da Questão Agrária (1976), A Revolução Portuguesa (1976) e Passado e Futuro (1976), Do 25 de Novembro às Eleições para a Assembleia da República, As Eleições para a Assembleia da República, O Partido com Paredes de Vidro e ainda Falência da Política de Direita do PS 1983-1985 I , Falência da Política de Direita do PS 1983-1985 II. No campo do romance, entre outros livros, publicou, sob o pseudónimo de Manuel Tiago, Até Amanhã, Camaradas (1975), Cinco Dias, Cinco Noites (1975), A casa de Eulália (1997) e o livro de contos Fronteiras (1998). Ambos os primeiros romances têm por referente os tempos em que o PCP se movia na clandestinidade, durante o regime corporativista deposto no 25 de Abril. A primeira versão do ensaio As Lutas de Classes em Portugal nos Fins da Idade Média foi publicada pela primeira vez em Portugal em 1975. A Arte, o Artista e a Sociedade (1996) revelam a admiração de Álvaro Cunhal pela mulher e a conotação do nu feminino como expressão de liberdade. Em 2002, foi publicada a tradução que Cunhal fez da obra O Rei Lear de William Shakespeare. Também se distinguiu como artista plástico. Os seus Desenhos de Prisão (1974 e 1989) realizados quando cumpriu pena por "actividades subversivas pró-comunistas", dão uma carga estética à visão política do seu autor. Em 1997 foi publicada a tese que Cunhal apresentou em 1940 para exame no 5.º Ano Jurídico da Faculdade de Direito de Lisboa intitulada O Aborto - Causas e Soluções. Em 2001 foi publicada uma biografia sobre a vida política de Álvaro Cunhal, em dois volumes, da autoria de José Pacheco Pereira e intitulada Álvaro Cunhal - Uma Biografia Política. Três anos mais tarde, foi publicada a obra de Maria João Avilez Conversas com Álvaro Cunhal e Outras Lembranças que, segundo a autora, revela a grande personalidade que foi Álvaro Cunhal. Também em 2004, com 90 anos, o líder histórico do PCP viu-se impedido de participar nas eleições para o Parlamento Europeu devido ao seu estado de saúde.
Álvaro Cunhal. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-11-10]
Manuel Tiago
Homem político, ficcionista, ensaísta e desenhador, filho do escritor Avelino Cunhal (v. Pedro Serôdio), licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa. Envolveu-se desde a juventude na acção política, constituindo os seus discursos, intervenções e ensaios políticos documentos fundamentais quer da história do Partido Comunista Português, quer da História Portuguesa Contemporânea. Filiado no PCP desde 1931, integrou, em 1935, o Comité Central do Partido Comunista, tendo, nessa qualidade, efectuado diversas deslocações ao estrangeiro para participar em congressos. Nesse mesmo ano, entrou para a clandestinidade tendo, pela sua actividade de resistência ao regime salazarista, conhecido diversas vezes a situação de preso político, numa experiência de tortura e isolamento, evocada, em 1994, no romance A Estrela de Seis Pontas. Nomeado secretário-geral do PCP, em 1961, viveu desde essa data no estrangeiro, regressando a Portugal, em 1974, e tomando posse como ministro sem pasta dos I, II, III e IV governos provisórios. Foi eleito deputado à Assembleia da República em todas as eleições legislativas e integrou o Conselho de Estado entre 1982 e 1992, data a partir da qual abandonou a vida política activa, dedicando-se à vida literária e à reflexão estética. No domínio da história literária, Álvaro Cunhal distinguiu-se pela sua intervenção teórica na defesa do neo-realismo, entrando, nas páginas de publicações como O Diabo, Sol Nascente, Seara Nova, Vértice, em conflito aberto com os intelectuais presencistas e alicerçando uma concepção marxista do fenómeno literário, pela qual proclama que "todas as actividades humanas intervêm de uma forma operante na determinação do destino do mundo" (cf. Seara Nova, n.° 615, 1939, pp. 285-286). Com o pseudónimo de Manuel Tiago, assinou vários romances, mantendo em incógnita, até aos anos 90, a sua identidade como romancista, enigma adensado pela "Nota sobre o autor" que precede Até Amanhã, Camaradas, original atribuído a um "homem sem nome, tal como as personagens do seu romance". Trazidas à luz após o 25 de Abril, mas situadas no contexto histórico e político do regime salazarista, esse conjunto de narrativas, fiel à estética neo-realista, evoca experiências de clandestinidade, de actividade revolucionária, de prisão política e de fuga à máquina de repressão fascista. Bibliografia: Até Amanhã Camaradas, Lisboa, 1974; Cinco Dias Cinco Noites, Lisboa, 1975; A Estrela de Seis Pontas, romance, Lisboa, 1994; A Casa de Eulália, Lisboa, 1997; A Luta Popular de Massas, Motor da Revolução, Lisboa, 1965; O Internacionalismo Proletário, Lisboa, 1975; Discursos Políticos, Lisboa, 1978; A Revolução Portuguesa: Passado e Futuro, Lisboa, 1976; Uma Política ao Serviço do Povo, Lisboa, 1977; Em Defesa das Conquistas da Revolução, Lisboa, 1978; A Acção Revolucionária, Capitulação e Aventura, Lisboa, 1994; A Arte, o Artista e a Sociedade, Lisboa, 1996; Álvaro Cunhal: Desenhos da Prisão, Lisboa, 1989
Manuel Tiago. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-11-10]
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Leituras - Uma noite não são dias (Mário Zambujal)
Mais uma vez Mário Zambujal surpreende. Neste pequeno livro, que se lê em pouco mais de uma hora, o autor transporta-nos para um final de tarde de um dia de 2044.O romance é uma caricatura perfeita aos usos e costumes actuais, extrapolados exageradamente para um futuro longínquo.
O mercado Paulo Portas, a praça Santana Lopes, o TGV Sócrates e o Aeroporto Mário Lino engrandecem o cenário.
Sem dúvida uma hora de leitura muito bem passada.
Recomendo vivamente.
sábado, 31 de outubro de 2009
Leituras
Terminei o último volume da trilogia Millennium do Stieg Larsson. Em "A rainha no palácio das corrente de ar" chegam finalmente ao fim as aventuras e desventuras da franzina Lisbeth Salander.Os três volumes da Millennium são indispensáveis para quem, como eu, aprecia a literatura policial. Stieg Larsson consegue surpreender-nos ao virar de cada página.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
A Quinta dos Animais
Comprei uma edição recente (2008) da célebre "Animal Farm" de George Orwell.Segundo nota do tradutor, Paulo Faria, o novo título da obra em português "A Quinta dos Animais" está mais de acordo com o original de Orwell em língua inglesa do que os títulos anteriormente utilizados nas traduções para português: "O Porco Triunfante" e o célebre "O Triunfo dos Porcos".
Vou reler...
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Steig Larsson - A Rapariga que sonhava com uma lara de gasolina e um fósforo
Sempre gostei de livros grandes e nunca compreendi aquelas pessoas que olham os livros com mais de 500 páginas como se fossem grandes "calhamaços" impossíveis de ler.Este "A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo" é o segundo "calhamaço" da trilogia Millennium do escritor sueco Stieg Larsson. As aventuras e desventuras da jovem Lisbeth Salander continuam a prender-nos à leitura e o que à primeira vista parece ser um livro enorme lê-se de "fio a pavio" num abrir e fechar de olhos.
Vou começar o terceiro e último volume.
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quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Jesusalém - Mia Couto
Acabei de ler há poucos dias o mais recente romance de Mia Couto.De nome Jesusalém (e não Jerusalém, como à primeira vista parece), este livro é mais uma jóia literária do autor Moçambicano. A melhor delas, segundo alguns críticos.
Jesusalém é um local, algures em África ou noutra qualquer parte, onde uma família se refugia do mundo. Mwanito, o afinador de silêncios, é o contador da história da família, que vive privada de qualquer contacto com o mundo exterior por imposição do seu pai Silvestre Vitalício.
A loucura de Silvestre, que depois de perder a mulher impõe o isolamento a toda a família (apenas constituída por homens) é explorada ao máximo no livro. Mas o equilíbrio precário da família é seriamente abalado com a chegada de uma mulher a Jesusalém.
Por detrás de uma leitura fácil, Jesusalém transmite-nos uma mensagem bastante profunda e que nos faz pensar sobre os alicerces da sociedade actual.
Imperdível...
terça-feira, 18 de agosto de 2009
A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo
A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo.Querem nome mais estranho para um livro?
Pois é assim que se chama o segundo volume da trilogia Millennium do Stieg Larsson. Já o tenho comigo e não vejo a hora de começar a degustá-lo... Vai ser já hoje à noite.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Leituras

Está verdadeiramente emocionante este "Os homens que odeiam as mulheres" do Stieg Larsson.
Muito boa noite aos meus leitores. Vou ler...
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