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terça-feira, 7 de agosto de 2012

Este blogue está parado?

Ultimamente parece que sim! Só agora reparei que o último post que aqui deixei tem data de 22 de Julho.

Devo confessar que, ultimamente, a leitura me dá mais prazer que a escrita e por isso... vou lendo! À cabeceira tenho "O Intruso" do William Faulkner e "Mozart, O supremo Mago" de Christian Jacq. No tablet, para experimentar os eBooks, vou relendo "O Amor de Perdição" do nosso Camilo.

Volto com notícias do Festival Rossini de Pesaro!

sábado, 8 de janeiro de 2011

Dama de Espadas - Mário Zambujal

Terminei de ler há uns dias, o último romance de Mário Zambujal. Este é mais um dos pequenos livros do jornalista escritor que me sempre me deliciam.

A Dama de Espadas ou a Crónica dos Loucos Amantes, conta a historia de Filipe e da sua paixão po Eva Teresa. Depois de muitos encontros e desencontros, o autor oferece-nos um final fora do comum.

"As paixões arrebatadas são como o vinho das melhores castas: primeiro alegram, depois embriagam, um dia azedam.", escreve o autor na capa.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Travessuras da Menina Má - Mario Vargas Llosa

Um peruano que sonha viver em Paris e que rapidamente concretiza esse sonho. Uma mulher que teima em aparecer e desaparecer da sua vida. Um amor desequilibrado... uma entrega total da parte dele e um desprendimento injusto da parte dela.

Estes são os condimentos deste romance fantástico do prémio Nobel de literatura de 2010, que acabei hoje de ler.

Obrigado à minha amiga Reflexos pela oferta do livro.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Travessuras da Menina Má

Como o prometido é devido, acabei de receber um pacote postal vindo de Braga com o livro Travessuras da Menina Má do Vargas Llosa, empréstimo da minha amiga Reflexos.


Obrigado amiga, prometerei ser breve na leitura e reenviar o livro por correio, juntamente com o envelope e os selos.

Actualização: Afinal o livro foi oferecido. Triplamente obrigado, amiga. Pelo envio, pelo livro e pela surpresa.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Mário Vargas Llosa, Nobel da Literatura 2010





Finalmente o merecido prémio de consagração.

Quero ler as "Travessuras da Menina Má". Alguém me empresta?

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O Belo Adormecido - Lídia Jorge




Li esta colectânea de seis contos da Lídia Jorge nos finais de tarde passados na praia.

Para quem gosta de pequenas histórias de pessoas comuns é recomendável.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

A Síndrome de Ulisses de Santiago Gamboa

Terminei de ler A Síndrome de Ulisses do escritor Colombiano Santiago Gamboa.

O livro retrata as aventuras e desventuras de um jovem escritor Colombiano na Paris dos anos 90. O lado mais negro e difícil da vida de um grupo de emigrantes sul-americano é amplamente explorado com recurso a temas como o crime, o álcool, as drogas, o sexo e a homossexualidade.

Recomendo vivamente a leitura. Gamboa tem vindo a afirmar-se como um dos melhores escritores sul-americanos.

domingo, 30 de maio de 2010

Feira do Livro do Funchal (2010)

Passei na Feira do livro do Funchal (Festa do Livro do Funchal) hoje de manhã, precisamente no último dia.
Comprei apenas um livro. Chama-se O Belo Adormecido e é de autoria da Lídia Jorge. Custou 4,40 €. Uma autêntica pechincha.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Leitura - As velas ardem até ao fim (Sándor Márai)

Li durante as minha recentes viagens de avião o livro As velas ardem até ao fim do escritor húngaro Sándor Márai.

Um pequeno livro que retrata ao pormenor uma conversa entre dois amigos separados durante 41 anos. Cumplicidades e traições são os temas fortes da conversa.

A leitura não é muito fácil, no entanto, o livro é bastante interessante.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Caim - José Saramago

Acabei de ler o polémico Caim de José Saramago.

Em primeiro lugar devo referir que não percebo a polémica que se gerou em torno do livro. Claro que Saramago é um escritor importante (para muitos um bom escritor e para outros nem tanto) e que quando se põe em causa o livro sagrado se fica sujeito às mais diversas reacções da Igreja Católica.

Depois de ler o livro, considero que muitos dos comentários que se fizeram são perfeitos disparates. Saramago não ofende a Igreja Católica e também não ofende Deus, ou deus como escreve.

Em Caim, Saramago apenas põe em causa algumas das acções de Deus que são descritas na bíblia. Por exemplo, incendiar Sodoma e Gomorra não fez com que morressem milhares de crianças e mulheres inocentes?

E depois há uns aspectos mais práticos que são hilariantes. Por exemplo na Arca de Noé, as mulheres não tinham mãos a medir com a limpeza. É que colocar tantos animais num espaço fechado fez com que estivesse tudo sempre "mijado e cagado" (palavras do autor).

A maioria dos críticos literários não considera Caim ao nível de outras obras de Saramago, de qualquer forma, penso que o seu humor e a sua inteligência do autor estão sempre presentes.

Recomendo...

PS: nunca li a bíblia. Nunca me despertou qualquer interesse.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Faz anos hoje - Álvaro Cunhal (Manuel Tiago)

No dia 13 de Novembro de 1913 nasceu Álvaro Cunhal (Manuel Tiago).

Da Infopédia:

Político português, Álvaro Barreirinhas Cunhal nasceu a 10 de Novembro de 1913, em Coimbra, e faleceu a 13 de Junho de 2005. Foi estudante da Faculdade de Direito de Lisboa e, em 1931, filiou-se no Partido Comunista. Em 1935, foi eleito secretário-geral da Juventude Comunista e, um ano depois, passou à clandestinidade. Em 1937, entrou para o Comité Central do partido. Os anos 30 foram ainda marcados pela colaboração em jornais como O Diabo, Seara Nova e Vértice e nas publicações clandestinas Avante e Militante. Após várias prisões temporárias, foi preso em 1949 no Forte de Peniche, de onde conseguiu evadir-se em 1960. No ano seguinte passou a ser secretário-geral do partido, cargo que ocupou até Novembro de 1992, data do último congresso, que elegeu, para o mesmo cargo, Carlos Carvalhas. Regressou a Portugal a 27 de Abril de 1974, sendo ministro sem pasta dos governos provisórios de 1974 e de 1975. Foi eleito deputado várias vezes, mas raramente ocupou o lugar na Assembleia da República. Cunhal distinguiu-se também como escritor. Escreveu vários livros de índole política, como Rumo à Vitória (1964), O Radicalismo Pequeno-Burguês de Fachada Socialista (1970), Contribuição para o Estudo da Questão Agrária (1976), A Revolução Portuguesa (1976) e Passado e Futuro (1976), Do 25 de Novembro às Eleições para a Assembleia da República, As Eleições para a Assembleia da República, O Partido com Paredes de Vidro e ainda Falência da Política de Direita do PS 1983-1985 I , Falência da Política de Direita do PS 1983-1985 II. No campo do romance, entre outros livros, publicou, sob o pseudónimo de Manuel Tiago, Até Amanhã, Camaradas (1975), Cinco Dias, Cinco Noites (1975), A casa de Eulália (1997) e o livro de contos Fronteiras (1998). Ambos os primeiros romances têm por referente os tempos em que o PCP se movia na clandestinidade, durante o regime corporativista deposto no 25 de Abril. A primeira versão do ensaio As Lutas de Classes em Portugal nos Fins da Idade Média foi publicada pela primeira vez em Portugal em 1975. A Arte, o Artista e a Sociedade (1996) revelam a admiração de Álvaro Cunhal pela mulher e a conotação do nu feminino como expressão de liberdade. Em 2002, foi publicada a tradução que Cunhal fez da obra O Rei Lear de William Shakespeare. Também se distinguiu como artista plástico. Os seus Desenhos de Prisão (1974 e 1989) realizados quando cumpriu pena por "actividades subversivas pró-comunistas", dão uma carga estética à visão política do seu autor. Em 1997 foi publicada a tese que Cunhal apresentou em 1940 para exame no 5.º Ano Jurídico da Faculdade de Direito de Lisboa intitulada O Aborto - Causas e Soluções. Em 2001 foi publicada uma biografia sobre a vida política de Álvaro Cunhal, em dois volumes, da autoria de José Pacheco Pereira e intitulada Álvaro Cunhal - Uma Biografia Política. Três anos mais tarde, foi publicada a obra de Maria João Avilez Conversas com Álvaro Cunhal e Outras Lembranças que, segundo a autora, revela a grande personalidade que foi Álvaro Cunhal. Também em 2004, com 90 anos, o líder histórico do PCP viu-se impedido de participar nas eleições para o Parlamento Europeu devido ao seu estado de saúde.
Álvaro Cunhal. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-11-10]


Manuel Tiago

Homem político, ficcionista, ensaísta e desenhador, filho do escritor Avelino Cunhal (v. Pedro Serôdio), licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa. Envolveu-se desde a juventude na acção política, constituindo os seus discursos, intervenções e ensaios políticos documentos fundamentais quer da história do Partido Comunista Português, quer da História Portuguesa Contemporânea. Filiado no PCP desde 1931, integrou, em 1935, o Comité Central do Partido Comunista, tendo, nessa qualidade, efectuado diversas deslocações ao estrangeiro para participar em congressos. Nesse mesmo ano, entrou para a clandestinidade tendo, pela sua actividade de resistência ao regime salazarista, conhecido diversas vezes a situação de preso político, numa experiência de tortura e isolamento, evocada, em 1994, no romance A Estrela de Seis Pontas. Nomeado secretário-geral do PCP, em 1961, viveu desde essa data no estrangeiro, regressando a Portugal, em 1974, e tomando posse como ministro sem pasta dos I, II, III e IV governos provisórios. Foi eleito deputado à Assembleia da República em todas as eleições legislativas e integrou o Conselho de Estado entre 1982 e 1992, data a partir da qual abandonou a vida política activa, dedicando-se à vida literária e à reflexão estética. No domínio da história literária, Álvaro Cunhal distinguiu-se pela sua intervenção teórica na defesa do neo-realismo, entrando, nas páginas de publicações como O Diabo, Sol Nascente, Seara Nova, Vértice, em conflito aberto com os intelectuais presencistas e alicerçando uma concepção marxista do fenómeno literário, pela qual proclama que "todas as actividades humanas intervêm de uma forma operante na determinação do destino do mundo" (cf. Seara Nova, n.° 615, 1939, pp. 285-286). Com o pseudónimo de Manuel Tiago, assinou vários romances, mantendo em incógnita, até aos anos 90, a sua identidade como romancista, enigma adensado pela "Nota sobre o autor" que precede Até Amanhã, Camaradas, original atribuído a um "homem sem nome, tal como as personagens do seu romance". Trazidas à luz após o 25 de Abril, mas situadas no contexto histórico e político do regime salazarista, esse conjunto de narrativas, fiel à estética neo-realista, evoca experiências de clandestinidade, de actividade revolucionária, de prisão política e de fuga à máquina de repressão fascista. Bibliografia: Até Amanhã Camaradas, Lisboa, 1974; Cinco Dias Cinco Noites, Lisboa, 1975; A Estrela de Seis Pontas, romance, Lisboa, 1994; A Casa de Eulália, Lisboa, 1997; A Luta Popular de Massas, Motor da Revolução, Lisboa, 1965; O Internacionalismo Proletário, Lisboa, 1975; Discursos Políticos, Lisboa, 1978; A Revolução Portuguesa: Passado e Futuro, Lisboa, 1976; Uma Política ao Serviço do Povo, Lisboa, 1977; Em Defesa das Conquistas da Revolução, Lisboa, 1978; A Acção Revolucionária, Capitulação e Aventura, Lisboa, 1994; A Arte, o Artista e a Sociedade, Lisboa, 1996; Álvaro Cunhal: Desenhos da Prisão, Lisboa, 1989

Manuel Tiago. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-11-10]

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Leituras - Uma noite não são dias (Mário Zambujal)

Mais uma vez Mário Zambujal surpreende. Neste pequeno livro, que se lê em pouco mais de uma hora, o autor transporta-nos para um final de tarde de um dia de 2044.

O romance é uma caricatura perfeita aos usos e costumes actuais, extrapolados exageradamente para um futuro longínquo.

O mercado Paulo Portas, a praça Santana Lopes, o TGV Sócrates e o Aeroporto Mário Lino engrandecem o cenário.

Sem dúvida uma hora de leitura muito bem passada.

Recomendo vivamente.

sábado, 31 de outubro de 2009

Leituras

Terminei o último volume da trilogia Millennium do Stieg Larsson. Em "A rainha no palácio das corrente de ar" chegam finalmente ao fim as aventuras e desventuras da franzina Lisbeth Salander.

Os três volumes da Millennium são indispensáveis para quem, como eu, aprecia a literatura policial. Stieg Larsson consegue surpreender-nos ao virar de cada página.

Comprei...

E porque não?


quarta-feira, 23 de setembro de 2009

A Quinta dos Animais

Comprei uma edição recente (2008) da célebre "Animal Farm" de George Orwell.

Segundo nota do tradutor, Paulo Faria, o novo título da obra em português "A Quinta dos Animais" está mais de acordo com o original de Orwell em língua inglesa do que os títulos anteriormente utilizados nas traduções para português: "O Porco Triunfante" e o célebre "O Triunfo dos Porcos".

Vou reler...

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Steig Larsson - A Rapariga que sonhava com uma lara de gasolina e um fósforo

Sempre gostei de livros grandes e nunca compreendi aquelas pessoas que olham os livros com mais de 500 páginas como se fossem grandes "calhamaços" impossíveis de ler.

Este "A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo" é o segundo "calhamaço" da trilogia Millennium do escritor sueco Stieg Larsson. As aventuras e desventuras da jovem Lisbeth Salander continuam a prender-nos à leitura e o que à primeira vista parece ser um livro enorme lê-se de "fio a pavio" num abrir e fechar de olhos.

Vou começar o terceiro e último volume.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Jesusalém - Mia Couto

Acabei de ler há poucos dias o mais recente romance de Mia Couto.

De nome Jesusalém (e não Jerusalém, como à primeira vista parece), este livro é mais uma jóia literária do autor Moçambicano. A melhor delas, segundo alguns críticos.

Jesusalém é um local, algures em África ou noutra qualquer parte, onde uma família se refugia do mundo. Mwanito, o afinador de silêncios, é o contador da história da família, que vive privada de qualquer contacto com o mundo exterior por imposição do seu pai Silvestre Vitalício.

A loucura de Silvestre, que depois de perder a mulher impõe o isolamento a toda a família (apenas constituída por homens) é explorada ao máximo no livro. Mas o equilíbrio precário da família é seriamente abalado com a chegada de uma mulher a Jesusalém.

Por detrás de uma leitura fácil, Jesusalém transmite-nos uma mensagem bastante profunda e que nos faz pensar sobre os alicerces da sociedade actual.

Imperdível...

terça-feira, 18 de agosto de 2009

A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo

A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo.

Querem nome mais estranho para um livro?

Pois é assim que se chama o segundo volume da trilogia Millennium do Stieg Larsson. Já o tenho comigo e não vejo a hora de começar a degustá-lo... Vai ser já hoje à noite.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Leituras



Está verdadeiramente emocionante este "Os homens que odeiam as mulheres" do Stieg Larsson.

Muito boa noite aos meus leitores. Vou ler...