sábado, 30 de junho de 2012

Edita Gruberova em Roberto Devereux

Edita Gruberova tem 65 anos e continua a interpretar magistralmente o papel de Elisabetta na ópera Roberto Devereux.

Tive a oportunidade de ouvir a cantora interpretar esta ópera em 2005 e considero esse um dos momentos altos das minhas idas à ópera.

Desde há uns anos que a cantora vem sendo criticada pelos seus maneirismos e muitos acham que já não se deveria ter retirado. Não posso estar mais em desacordo. Gruberova continua a encher os teatros onde se apresenta. São os seus fãs? Talvez sim! Eu sou um deles e viajo com muito gosto para assistir a uma récita ou concerto seu.

Deixo-vos com o final da ópera Roberto Devereux numa récita que ocorreu em Viena em Maio do presente ano. Chamo a atenção para a interpretação quer a nível cénico, quer a nível vocal. Não nos devemos esquecer que esta ópera é de Donizetti, compositor do período do belcanto, altura em que os sentimentos eram transmitidos essencialmente pela voz.


quinta-feira, 28 de junho de 2012

Diana Damrau em Linda di Chamounix

Diana Damrau, uma das melhores vozes femininas da actualidade, interpretou Linda na ópera Linda di Chamounix de Gaetano Donizetti no início da presente temporada do Liceu de Barcelona.

O soprano alemão, que tem gerido a sua carreira de forma bastante inteligente, interpretando o reportório que é mais indicado para a sua voz, apresentou-se em Barcelona em topo de forma, interpretando Linda de forma extraordinária. A voz tem vindo a ganhar robustez no registo grave, o que é uma característica bastante positiva para um soprano de coloratura, e no registo sobre-agudo está mais aberta, luminosa e potente.

Infelizmente ainda não tive oportunidade de ouvir Diana Damrau ao vivo, pelo que, devo salientar que esta minha apreciação se baseia no acompanhamento que tenho feito da sua carreira através de gravações áudio e vídeo.

Deixo-vos com dois excertos de uma da récitas de Barcelona, destacando a cena de loucura (segundo vídeo) que a cantora interpreta de forma magistral brindando-nos no final com um extraordinário mi natural sobre-agudo.

Dois aspectos negativos: o som é ligeiramente distorcido nos agudos em forte e o maestro, ou a orquestra, andaram um pouco "perdidos" a meio da cena da loucura.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

O Segundo "F" e o Diário do Tripulante



Quando o país está quase todo agarrado a um dos três "F's", eu acabei por me prender a outro que, na minha opinião, é o único que tem algum valor.

Explico! Para evitar o Futebol, mudei de canal e deparei-me com o ... Fado. Porquê? Porque acabei de ver uma reportagem sobre uma excelente iniciativa das Festas de Lisboa - o Fado nos Eléctricos.

Para além das entrevistas a fadistas e passageiros, fiquei a conhecer o Rafael Santos, guarda-freio de profissão e de coração, que já foi motorista de autocarros e, entre outras coisas, jornalista. Para além disto o Rafael tem um blogue, o Diário do Tripulante, e vai lançar um livro de sua autoria no próximo dia 2 de Julho.

A entrevista foi feita a bordo do célebre 28E, onde eu costumo passar parte do meu tempo, nas minhas idas a Lisboa.

FFF


Está aí alguém?

terça-feira, 26 de junho de 2012

A ignorância americana! E a minha também...

(Desculpem alguns erros dactilográficos neste artigo. Foi escrito no iPad cujo teclado requer habituação. Estão, agora, corrigidos)

Por razões profissionais deparei-me hoje com um e-mail de uma jovem norte-americana que, pelo facto de ter que passar uns meses aqui no Funchal perguntava, entre outras coisas, se a rede eléctrica por aqui era fiável e se havia ligacões domésticas à Internet, como se estivéssemos aqui num fim de mundo e como se não soubesse que o trabalho que vem aqui realizar deixa implícito que, obviamente, todas essas questões estão devidamente asseguradas. 

Enfim, a ignorância típica dos norte-americanos, pensei na altura! Só que logo de seguida eu próprio fui confrontado com a minha ignorância, uma vez que há quase vinte anos quando pensei em vir viver para esta ilha, não fazia a mínima ideia das suas dimensões (na escola apenas se falava dos nome das ilhas e das capitais) e que ao confrontar-me com os famosos cinquenta por vinte quilómetros, achei que nunca conseguiria viver aqui... 

Que seja muito bem vinda a jovem norte americana e que aprenda muitas coisas novas por aqui, porque, apesar de tudo, é bom viver no Funchal!

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Mais uma vez o blogger a fazer das suas

O blogger, de vez em quando, gosta de fazer das suas! Hoje é a barra lateral direita onde estão todas as mini-aplicações que pura e simplemente desapareceu. Felizmente que nas configurações toda a informação continua intacta.

Haja paciência...

Actualização: depois de muito procurar, encontrei um artigo com um erro de código. Era isso que fazia desaparecer a barra.
Para já, tudo de volta ao normal.

sábado, 23 de junho de 2012

Juan Diego Flórez em Linda di Chamounix

Juan Diego Flórez é sem dúvida, um dos melhores tenores da actualidade. No reportório de bel canto não tem rival actualmente. A voz é seguríssima, nunca desafina e o timbre, de uma beleza invejável, não se altera de registo para registo.

Para além destas características, Flórez, tem um sentido de estilo e um bom gosto vocal, que não são  muito frequentes.

Deixo-vos com um vídeo do tenor a interpretar uma ária da ópera Linda di Chamounix em Barcelona.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Publicidade - British Airways

Um vídeo muito interessante com a mais recente campanha publicitária da British Airways.

Claro que o avião utilizado tinha que ser o melhor do mundo, que é ao mesmo tempo o meu preferido. Falo, obviamente, do Boeing 777.


terça-feira, 19 de junho de 2012

O Outras Escritas na RTP Madeira

O Outras Escritas está um bocadinho mais famoso depois de ter sido convidado a participar no dia de ontem, no programa Madeira Viva da RTP Madeira conjuntamente com o seu "novo blogue amigo" o Short Story of Life and Style.


A conversa sobre blogues, blogosfera, motivações e paixões correu muito bem. Estive em companhia de uma grande amiga, a Patrícia Lencastre autora do novíssimo Short Story of Life and Style e com uma vasta experiência em televisão.

Para os interessados, o programa pode ser visto aqui (a entrevista é mesmo no início do programa).

Seguem umas fotografia "roubadas" do blogue da Patrícia.






segunda-feira, 18 de junho de 2012

domingo, 17 de junho de 2012

Rossini Opera Festival (novidades)


Depois de ter escrito "isto" aqui no Outras Escritas, como desabafo pelo facto de, mais uma vez, não poder comparecer no Rossini Opera Festival em Pesaro (Itália), uma amiga também apreciadora da ópera, chamou-me a atenção para o facto de "mais uma vez" eu perder um concerto do soprano Mariella Devia que já há uns anos não acontecia neste festival. Fiquei surpreendido, uma vez que, não sei como, não tinha reparado que este concerto estava incluído no programa e Mariella Devia é um dos meus sopranos favoritos da actualidade.


Assim sendo, resolvi mesmo contrariar esta malfadada crise em que o país está mergulhado e partir, pela primeira vez, à descoberta do maior festival dedicado a Rossini, que é um dos meus compositores favoritos.

Neste momento já tenho tudo reservado, incluindo os bilhetes para as récitas e concerto.

Aqui fica o "programa das festas":

19/08/2012 - Ciro in Babilonia (onde destaco a participação de um dos maiores contraltos da actualidade, Ewa Podles);

20/08/2012 - Voce que tenera (concerto com o soprano Mariella Devia, com interpretações de arias de Rossini, Belline e Donizetti)

20/08/2012 - Mathilde di Shabran (com a presença extraordinário Juan Diego Flórez)

21/08/2012 - Il signor Bruschino.


Demoro quase três dias a chegar a Pesaro. mas tenho a certeza que vai valer a pena!

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Janelas de Todo o Mundo


A "Menina Laura", minha mãe, fez recentemente setenta anos. Durante toda a sua vida sempre foi uma lutadora e é uma verdadeira matriarca.


Descobriu há pouco mais de um ano as maravilhas da Internet e, como não poderia deixar de ser, o correio electrónico, as pesquisas, o homebanking e o Facebook estão completamente dominados.

Foi com satisfação que recentemente verifiquei que criou por sua iniciativa, um grupo aberto no Facebook, dedicado à fotografia de janelas. O grupo chama-se "Janelas de Todo o Mundo" e está a fazer um sucesso enorme, tendo já 340 membros.

Que tal passarem por lá? 

Está de parabéns a "Menina Laura", pelos setenta anos e por mais uma conquista!

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Homenagem a Joan Sutherland na ópera de Sidney

Encontrei recentemente no youtube o vídeo que se segue com uma homenagem à que considero uma das melhores cantoras de sempre, Dame Joan Sutherland, realizada na ópera de Sydney em 2010, ano da sua morte..

Para além de testemunhos de familiares, colegas e amigos, podem também ver-se neste vídeo excertos dos momentos mais marcantes da longa carreira desta extraordinária cantora.


terça-feira, 12 de junho de 2012

Aniversário do Enock


Hoje é o dia de aniversário do Enock, o meu afilhado da Zâmbia de quem já falei inúmeras vezes aqui no Outras Escritas. O Enock faz cinco anos e teve de presente umas calças de ganga e uma camisola. Ainda estou à espera de notícias para saber se ele gostou dos presentes, isto porque há partes do mundo onde a informação leva muito tempo a chegar, demasiado tempo para nós que estamos habituados a ter tudo à distância de um "click".


Relembro, como sempre, que "apadrinhei" o Enock através da Children International, uma organização humanitária que garante através dos seus centros de apoio que crianças com carências graves, associadas à pobreza extrema, têm acesso a cuidados básicos de saúde e educação.

Como referi, as notícias do Enock levam sempre muito tempo a chegar, mas "apadrinhá-lo" esteve só à distância de um "click".

Feliz aniversário Enock!


domingo, 6 de maio de 2012

Rockwell Blake, o tenor Rossiniano/ Rockwell Blake, the Rossini tenor

O vídeo seguinte é, na minha opinião, a prova provada de que Rockwell Blake é dos melhores rossinianos de sempre.

This video proves that Rockwell Blake is one of the best Rossini tenors of all times.



domingo, 15 de abril de 2012

O tenor Paulo Ferreira continua a deslumbrar o público alemão

Paulo Ferreira como "Grijorij" com Stefanie Rhaue como "Wirtin", Karsten Jesgarz como "Missail" e Thomas Rettensteiner como" Warlaam" durante o 4º quadro da Ópera "Boris Godunov" de M. Mussorgsky.
Continuam a chegar da Alemanha excelentes críticas às interpretações do tenor Paulo Ferreira:


(Traduzido do alemão)


(...)

Após as primeiras notas na Ária de Cavaradossi (do 1º acto) "Recondita armonia" você acha que não pode estar a acreditar nos seus ouvidos: Lá, você tem um maravilhoso Tenor Pucciniano que canto com poder, suavidade, flexibilidade e vigor. (...)

Um Cavaradossi de uma enorme classe, que durante os pouco mais de 23 minutos em que ele tem para cantar, investe com um poder radiante e luminoso de um herói juvenil no seu personagem.

O cantor Português dispõe de uma ampla e luminosa paleta sonora/tímbrica, que brilham com uma abundância de tons/cores, às vezes de aço, bem como (outras vezes) com um piano penetrante.

O ponto mais alto e brilhante da noite, foi com a Ária (do 3º acto) "E lucevan le stelle" que Ferreira canta como um nobre lamento, pleno de nostalgia e fervor, anseio de vida e memória sensorial.

Esta cena também envolve o encantamento do Belcanto (...) (que foram) momentos mágicos que o (cantor) convidado a partir do (Teatro de) Hof, (ofereceu a todo o público).

(de Christoph A. Brander, 22 de Março de 2012 - Kultur - Fuldaer Zeitung)

"Não foi por acaso que Paulo Ferreira partilhou o palco com Anna Netrebko. O tenor Português, membro do ensamble de cantores do Teatro Hof, esteve vocalmente brilhante no papel de Grijorij, uma voz de uma beleza excepcional."

(Crítica de Frank Herkommer)

segunda-feira, 19 de março de 2012

Mariella Devia em Anna Bolena (Florença)

Mariella Devia e restante elenco interpretam Anna Bolena de Gaetano Donizetti com acompanhamento a piano fazendo face a uma greve dos músicos da orquestra.

Aconteceu ontem 18 de Março, no Teatro Comunale.


quarta-feira, 14 de março de 2012

Críticas ao Grigorij do tenor Paulo Ferreira

Aqui ficam algumas críticas à interpretação do tenor Paulo Ferreira da personagem de Grigorij na ópera de Mussorgsky, Boris Godunov (Teatro Hof - Baviera):



"O personagem Grigorij Otrepjew de Paulo Ferreira é apresentado de forma dinâmica e cheia de entusiasmo! O tenor Português aproxima-se de uma forma mais lírica à sua personagem e apresenta-se com um alemão (entoação) claro e perfeito."

"... enquanto estão a ter uma explosão vocal, o pretendente a filho do Czar, Grigorij (Paulo Ferreira), além de dar poder (potência), também se concentra na a beleza da sua voz. (...) , o tenor Português convidado, fez (deste modo) resplandecer a sua Voz de Tenor ! (...)"

(traduzido do alemão)

Mais uma vez: toi, toi, toi, meu caro Paulo!

segunda-feira, 12 de março de 2012

Artigo interessante sobre Lisboa na Opera News deste mês (em Inglês)


Road Show: Lisbon

JOHN ALLISON takes a look at the history of opera in the Portuguese capital — and the state of opera there today.
Road Show Lisbon lg 312
© Gregory Downer 2012
"What a day, what a day, for an auto-da-fé! What a sunny summer sky!" It goes without saying that the Lisbon depicted in Candide — Bernstein's as well as Voltaire's — is a very different place from the city that today counts as one of Europe's most enchanting capitals. Indeed, it changed radically and catastrophically on the very day Voltaire was prompted to recount: no "sunny summer's day," it was All Saint's Day, November 1, 1755, when the Great Earthquake struck and was felt as far away as Jamaica. On that morning, most of the population was at Mass, and many who made it down to the seafront to take refuge from falling buildings were swept away by the resulting tsunami. 
There was even an operatic casualty. The 600-seat Casa de Opera, situated near the royal palace and the banks of the Tagus river, had been open for only seven months when it was destroyed. (It had been inaugurated on March 31, 1755, withAlessandro nell'Indie, by David Perez, King José I's mestre de capela.) To judge by engravings of the ruin, it was a handsome building. When the city finally picked itself up again, opera performances were given in a variety of theaters, but the Casa's greatest and most enduring successor — the Teatro Nacional de São Carlos, still home to opera in Lisbon — was opened in 1793.
Attending a performance at the São Carlos today, in its exquisite five-tiered rococo auditorium, which currently seats around 850, may be one of the most overlooked pleasures of European operagoing, but one doesn't have to have had the privilege to picture the scene. With its neoclassical façade opening onto a little square in Lisbon's affluent Chiado quarter, it seems for nearly 220 years to have been a constant focal point of city life, and as such it is well documented in the pages of Portuguese literature. It crops up atmospherically from time to time as a backdrop to the bourgeois life drawn so piquantly in the great realist novels of Eça de Queirós.
With a performance schedule that is not exactly intense, the São Carlos leaves opera-lovers time to explore a fine eighteenth-century city (the legacy of that earthquake), laid out elegantly within a triangle of hills. There are still remnants of the pre-quake Lisbon, none more spectacular than the Mosteiro dos Jerónimos at Belém, a masterpiece of the exuberant "Manueline" architectural style named in honor of Manuel I, who ruled (1495–1521) at the apogee of Portugal's seafaring power. The monastery is built on the site where Vasco da Gama (who makes an appearance in Meyerbeer'sL'Africaine) spent his last night ashore in prayer before setting off to round the Cape and sail to India. This voyage is celebrated by Luís de Camões in his epic Os Lusíadas (The Lusiads); the towering poet himself puts in an appearance in Donizetti's Dom Sébastien, the grand opéra that anticipates Don CarlosDom Sébastien tells of how King Philip of Spain's nephew, Sebastião, crippled the proud seafaring nation with a disastrous crusade against Morocco.
Despite its touchy subject, Dom Sébastien was seen at the São Carlos in 1845, only two years after its premiere, and much other opera history has been made there. The theater is cozy yet capable of holding almost any work, including Wagner, though the composer's most recent appearances here have not involved the pit. In his radically-conceived Ring, staged in annual installments between 2006 and 2009, Graham Vick turned the theater back-to-front and (as it were) inside-out, putting the action on a platform built over the stalls and ranging the audience around in the theater's boxes and even on the regular stage. The in-the-round approach, allowing the audience to get unusually close to the performers, was made possible only through the vision and commitment of then-intendant and artistic director Paolo Pinamonti, an Italian who left in 2007 when the government set up the administrative body OPART, fusing the opera and ballet companies and forcing the former to absorb the latter's debts. 
Since then, CEOs have come and gone, and so has Pinamonti's artistic successor, German stage director Christoph Dammann. British conductor Martin André is now at the artistic helm, and the 2011–12 season (the first he has planned) is a good example of his vision. It opened in October with a new production of Don Carlo and includes such intriguing fare as a double bill of Busoni's Turandot and Rachmaninoff's Francesca da Rimini alongside rarities by Montsalvatge and Marcos Portugal. Nevertheless, the theater often appears to be muddling on and is always in danger of being treated as a political football. State funding commitments in Portugal have always been disclosed later than in most European countries, making advance planning (and the booking of international artists) difficult.
Opera may never have had the easiest time here, yet in a city where the twin impulses of poetry and song run so deep, it is unthinkable that it should disappear. It's not a far walk from the São Carlos up to the fado bars where the spirit of Amália Rodrigues lives on. Evoking a peculiarly Portuguese strand of fatalism — saudade — this is music that could only have evolved in a city perched on the edge of Europe. The same can be said of the melancholy poems of Fernando Pessoa, whose literary review Orpheu — which he founded to introduce modernism to Portugal — carried deep musical resonance in its very title. In the words of George Steiner, all Pessoa's writing "gives to Lisbon the haunting spell of Joyce's Dublin or Kafka's Prague." spacer 
JOHN ALLISON is editor of Opera magazine and chief music critic of The Sunday Telegraph

sexta-feira, 9 de março de 2012

Paulo Ferreira estreia-se como Grijorij na ópera Borris Godunov de Mussorgsky


O tenor português Paulo Ferreira estreia-se hoje no papel de Grijorij na ópera de Mussorgsky, Boris Godunov, no Teatro Hof na Baviera (Alemanha).


Desejo-lhe os maiores sucessos. 

Como português sinto-me muito orgulhoso deste nosso tenor.

Toi, toi, toi Paulo!