sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Faz anos hoje - Hector Berlioz
No dia 11 de Dezembro de 1803 nasceu Hector Berlioz.Da Infopédia:
Compositor, crítico e maestro francês do período Romântico, nasceu em 1803, em La Côte-Saint-André, em França, e morreu em 1869, em Paris. Ficou conhecido pela Symphonie Fantastique (1830) e pela peça dramática La Damnation de Faust (1846). Foi enviado pelo seu pai para estudar medicina, mas acabou por ingressar no Conservatório de Música e, algum tempo depois, compôs Sinfonia Fantástica (Symphonie Fantastique ), que se tornou num dos trabalhos mais importantes do século XIX. A seguir, revelou-se um excelente chefe de orquestra, na mesma altura em que se estreou como ensaísta e crítico musical. No entanto, o seu génio criador, e desconcertante para a época, foi mais reconhecido no estrangeiro do que em França. Só depois de morrer é que foi reconhecido como um dos maiores românticos e inovadores, especialmente a nível da instrumentação. Os seus trabalhos mais significativos incluem as óperas
Louis-Hector Berlioz. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-12-11]
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Allô Allô, uma retrospectiva... (X) - Kristen Cooke
"Listen very carefully, I shall say this only once". Esta é talvez a frase que mais impacto causou durante toda a série.A Michelle of the Resistence era interpretada pela actriz Kriten Cooke.
Da Wikipédia (em inglês):
Kirsten Cooke (born 4 October 1952, Cuckfield, East Sussex, England) is an English stage actress who trained at the Webber Douglas Academy of Dramatic Art, London. Almost all of her acting work has been in the field of comedy.
She is best known for her role as Michelle Dubois in the British television series 'Allo 'Allo, produced by the BBC. Before then, she was an occasional member of the ensemble of comedy actors that appeared in Dave Allen's sketches across several of his BBC series. More recently, she starred in several episodes of the BBC children's comedy series ChuckleVision.
Her other television credits include Woolcott, Rings On Their Fingers, The Dawson Watch, and The Upper Hand. She has now gone on to play the role of "Molly" in the British television series Down To Earth. She also appeared as a panelist on Blankety Blank [1]
Michelle Dubois is a fictional character in the situation comedy 'Allo 'Allo. The part was played by the actress Kirsten Cooke.
She is a young, dark-haired woman who usually dresses in the unofficial "uniform" of the Gaullist French Resistance, a tan trench coat and black beret. Unlike the other French characters, she speaks fluent English, and is the only local person in Nouvion who can communicate with the two downed Royal Air Force men who are hidden in the town (the only other character to do this is Officer Crabtree). Her undercover alias is that of the post mistress in the other village, who has a lisp.
Her recurring catch-phrase (delivered in a faux-French accent) is: "Listen very carefully, I shall say this only once." She also has a habit of jumping out on Rene with her gun drawn, and asking him "are we alone?", even when in a crowded cafe, and has an obsession with secrecy and disguises.
Although, unlike most of the other women in the show, she is not even remotely attracted to René Artois, she pretends to be in love with him at one point to get him to cooperate with her schemes; René himself is not enthusiastic about the Resistance or the Germans, and would much prefer, given his own inclinations, to just run his cafe and have affairs with his waitresses.
Although Michelle is devoted to the Resistance, there have been episodes when her morals are doubtful. In one episode she shoots the ceiling of René's café to make the customers pay 400 franc for a bottle of wine instead of 200. In another episode she takes some money from the till of the café. She even takes small sums of money from the Resistance and spends it on a hairdresser visit. In another episode she even threatens René and Edith with a gun for money.
Her catchphrase "Listen very carefully, I shall say this only once" was the most used catchphrase in the show and had several variations, the most recurring one being "Look very carefully, I shall show you only once", which was first used when showing off her legs to René and Monsieur Alfonse. Due to the shows popularity "Listen very carefully, I shall say this only once" has also been used infrequently on other show, especially those set in World War II France. A notable example is a Seventh season episode of Goodnight Sweetheart when the main character Gary Sparrow, disguised as a French General, made contact with a member of the French Resistance.
Faz anos hoje - Carla Sacramento
No dia 10 de Dezembro de 1971 nasceu Carla Sacramento.Da Infopédia:
Atleta portuguesa, nascida em 1971, já na categoria de júnior alcançava resultados de bom nível internacional. Especializou-se na prova dos 1500 metros, em que se afirmou como um dos grandes valores dos anos 90. Conquistou a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de 1996 e a medalha de ouro nos Campeonatos do Mundo de 1997.
Carla Sacramento. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-12-10]
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Fábrica de Histórias 3

Já foi publicado o terceiro voluma da Fábrica de Histórias, que, mais uma vez, tem algumas histórias da minha autoria (publicadas aqui no Outras Escritas).
Pode ser comprado aqui.
Faz anos hoje - José Rodrigues Miguéis
No dia 9 de Dezembro de 1901 nasceu José Rodrigues Miguéis.Da Infopédia:
Romancista, novelista, contista, dramaturgo, desenhador, cronista, licenciou-se em Direito na Universidade de Lisboa, em 1924, e, como bolseiro da Junta de Educação Nacional, obteve uma pós-graduação em Ciências Pedagógicas, na Universidade de Bruxelas, em 1933. Ligado ao grupo literário da Seara Nova , colaborou em periódicos como Alma Nova, O Diabo e Revista de Portugal , e dirigiu, com Bento de Jesus Caraça, o semanário Globo , apreendido em 1932. Professor do ensino secundário e secretário da Liga Propulsora da Instrução, distinguiu-se pelos seus dons de orador, pedagogo, ideólogo. Em 1930, rompeu com a Seara Nova , depois da publicação de artigos onde defendia que os intelectuais têm o dever de passar das afirmações doutrinais à acção, cabendo-lhes, numa perspectiva marxista, um papel de condução e de comunhão com as massas populares organizadas, até ser atingido, por todos os meios, o fim da renovação nacional. Em 1932, publicou a sua obra de estreia, Páscoa Feliz , à qual foi atribuído o Prémio Casa da Imprensa, nitidamente impregnada pela grande admiração que nutria por Raul Brandão, nesses anos de definição literária e ideológica. Impedido de leccionar e de publicar em jornais portugueses, progressivamente coarctado nas suas possibilidades de actuação, à medida que a ditadura instituída em 1926 afinava os seus instrumentos de repressão, expatriou-se nos Estados Unidos, não deixando contudo de colaborar com a imprensa portuguesa e espanhola e de revisitar Portugal. Nos Estados Unidos, foi editor assistente das Selecções do Reader's Digest, tradutor e professor universitário. Nomeado membro efectivo da Hispanic Society of America, correspondente da Academia de Ciências de Lisboa, e agraciado, em 1979, com a Ordem Militar de Santiago de Espada, no grau de Grande Oficial. Na Bélgica, nos Estados Unidos, no Brasil, cenários do itinerário pessoal, a experiência do exílio impõe-se como uma das marcas da ficção de José Rodrigues Miguéis, ressentida, para Eduardo Lourenço (cf. O Canto do Signo , 1994), desse estatuto permanente de "estranho e estrangeiro" que atravessa temáticas, perspectiva do narrador e personagens. Alheia às etiquetas literárias que desde as suas primeiras publicações pretenderam rotulá-lo de "russo ou queirosiano, romântico ou realista", a escrita de José Rodrigues Miguéis parte da preocupação com uma função pedagógica da literatura, da necessidade de compreender a relação entre o indivíduo e a sociedade, não coincidindo, porém, com a estética neo-realista portuguesa, entre outros aspectos por um ponto de vista subjectivo sobre o universo social. A opção por um realismo que recusa simultaneamente o modelo queirosiano ("A frieza caricatural de Eça repelia-me", "Nota do Autor" à 2.ª edição de Páscoa Feliz , 1958, p. 155) e um neo-realismo "dos que se metem pelos olhos dentro" (Ibi, p. 151), por um realismo que não se confunde com a especificidade do realismo social brasileiro e norte-americano, por um realismo simultaneamente pessoal e consciente da sua responsabilidade ética e social, conferem ao escritor um espaço único na ficção realista contemporânea. Traduziu em língua portuguesa Erskine Caldwell, F. Scott Fitzgerald, Carson MacCullers, Stendhal. Parte da sua obra encontra-se traduzida em inglês, italiano, alemão, polaco, checo e russo. Bibliografia: Páscoa Feliz, Lisboa, 1932; Onde a Noite se Acaba, Rio de Janeiro, 1946; Saudades para Dona Genciana, Lisboa, 1956; O Natal do clandestino, Lisboa, 1957; Léah e Outras Histórias, Lisboa, 1958; Uma Aventura Inquietante, Lisboa, 1958; Um Homem Sorri à Morte - Com Meia Cara, Lisboa, 1959; A Escola do Paraíso, Lisboa, 1960; Gente de Terceira Classe, Lisboa, 1962; É Proibido Apontar. Reflexões de um Burguês - I, Lisboa, 1964; Histórias de Natal, Lisboa, 1970; Nikalai! Nikalai, seguido de A Múmia, Lisboa, 1971; O Espelho Poliédrico, Lisboa, 1972; Comércio com o Inimigo, Porto, 1973; As Harmonias do "Canelão". Reflexões de um Burguês - II, Lisboa, 1974; O Milagre Segundo Salomé, 2 vols., vol. I, Lisboa, 1974, vol. II, Lisboa, 1975; O Pão não Cai do Céu, Lisboa, 1981; Pass(ç)os Confusos, Lisboa, 1982; Uma Flor na Campa de Raul Proença, Lisboa, 1985; Idealista no Mundo Real, Lisboa, 1986; Aforismos e Desaforismos de Aparício, Lisboa, 1996; Arroz do Céu, Lisboa, 1994; O Passageiro do Expresso, Lisboa, 1960
José Rodrigues Miguéis. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-12-09]
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Orfeão Madeirense - Início da temporada de Natal
O Orfeão Madeirense inicia hoje a temporada de Natal com a solenização de uma missa na Igreja de S. Pedro (Funchal), seguida de concerto.Convido todos os apreciadores de música natalícia a estarem presentes.
Embora com alguns problemas de garganta, lá estarei, pronto a dar o meu melhor.
Faz anos hoje - Jim Morrison
No dia 8 de Dezembro de1943 nasceu Jim Morrison.Da Infopédia:
Músico norte-americano, vocalista do grupo rock The Doors, é uma das figuras mais carismáticas e mitificadas da história da música. De nome completo James Douglas Morrison, nasceu a 8 de Dezembro de 1943 em Melbourne, Florida. Estudou na Universidade de Los Angeles em 1964 e aí colheu a influência da poesia de William Blake e Arthur Rimbaud e da filosofia de Friedrich Nietzsche. Em 1965, juntou-se a Ray Manzarek (n. 1939, teclas), Robbie Krieger (n. 1946, guitarra) e John Densmore (n. 1944, bateria) para formar os The Doors. Da sua discografia fazem parte seis álbuns de originais: The Doors (1967), Strange Days (1967), Waiting For The Sun (1968), The Soft Parade (1969), Morrison Hotel (1970), L.A. Woman (1971). Os seus maiores êxitos incluem "Light My Fire", "People Are Strange", "Hello, I Love You", "Touch Me", "Riders On The Storm", "L.A. Woman" e "Roadhouse Blues". Os textos de Jim Morrison são dominados pela violência, pelo sexo, pelo álcool, pelas drogas e pela autodestruição, num constante desafio ao conservadorismo norte-americano que ele tentava levar à justa no seu modo de vida. Destruição de material do grupo, detenções por incitamento à violência e por atentado ao pudor em palco resultaram do excesso por que sempre pautou a sua vida. Morreu aos 27 anos, a 3 de Julho de 1971, no seu apartamento de Paris. O seu corpo encontra-se sepultado no cemitério Père Lachaise, e a sua campa foi transformada em local de culto e de peregrinação pelos seus inúmeros fãs de todo o mundo. O actor Val Kilmer interpretou a figura de Jim Morrison no filme "The Doors" (1991) de Oliver Stone.
Jim Morrison. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-12-08]
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Una voce poco fa - Joyce DiDonato
Aplausos efusivos no final. Muito merecidos, na minha opinião.
Tótos
Há os tótos da faixa do meio...
Os tótos que carregam sempre nos dois botões para chamar o elevador...
E por aqui abundam os tótos da faixa exterior da rotunda!!!
Haja Paciência!
Faz anos hoje - Mário Soares
No dia 7 de Dezembro de 1924 nasceu Mário Soares.Da Infopédia:
Político português, Mário Alberto Nobre Lopes Soares nasceu em Lisboa, a 7 de Dezembro de 1924. Oriundo de uma família com tradições políticas republicanas liberais, participou activamente, desde a juventude, em actividades políticas contra o Estado Novo, o que lhe custou a passagem pelas prisões da polícia política e o exílio - primeiro em S. Tomé e depois em França, onde se encontrava aquando o 25 de Abril de 1974. Advogado, defendeu em tribunais plenários numerosos opositores do regime, tendo-se destacado como representante da família Delgado nas investigações sobre as circunstâncias e responsabilidades da morte do "General sem Medo". Oposicionista declarado, apresentou-se como candidato em actos eleitorais consentidos pelo regime, nunca sendo, no entanto, eleito. Dirigente da Acção Socialista Portuguesa, é um dos fundadores do Partido Socialista (1973), de que foi o primeiro secretário-geral. Após o levantamento dos capitães em 1974, regressou prontamente a Portugal e ocupou a pasta dos Negócios Estrangeiros, passando a ser responsável pelo estabelecimento de relações diplomáticas com diversos países do mundo e pelas negociações que levariam à independência das colónias portuguesas. No plano da política interna, destaca-se principalmente pela oposição à influência política e social de comunistas e partidos de extrema-esquerda, combatendo, não só o peso daqueles dentro das instituições militares e no aparelho de Estado, mas também a proposta de unicidade sindical. Foi primeiro-ministro de três governos constitucionais, assumindo o poder sempre em situações de grande gravidade (instabilidade resultante do PREC, crise financeira e outras), governando, ora com o apoio exclusivo do seu partido ora em coligação, consoante a relação de forças estabelecida no Parlamento. Foi o segundo presidente da República eleito democraticamente após o restabelecimento da democracia, cumprindo dois mandatos sucessivos entre 1986 e 1996, durante os quais se empenhou repetidamente, quer na dinamização das relações externas, quer na auscultação das aspirações e reclamações populares, através de "presidências abertas" que o levaram a percorrer praticamente todo o território nacional. Homem controverso, as suas relações com correligionários e com outros políticos destacados (Francisco Sá Carneiro, António Ramalho Eanes, Salgado Zenha, Aníbal Cavaco Silva) foi por vezes tempestuosa ou, pelo menos, difícil; no entanto, conseguiu conservar grande capital de simpatia popular até ao fim do seu segundo mandato. Aquando da sua primeira candidatura presidencial, renunciou à filiação partidária e, contrariamente a algumas expectativas, quando saiu de Belém não regressou às fileiras do partido em cuja fundação teve significativo papel. No seu discurso de despedida ao povo português, deixou claramente expresso o desejo de se afastar definitivamente da política ("política nunca mais") e de se dedicar a outras actividades, particularmente à escrita. Em 1998 recebeu um convite da ONU, para chefiar uma missão de informação à Argélia, reunindo várias personalidades escolhidas por Kofi Annan. O objectivo desta missão foi observar a situação vivida neste país através do contacto com organizações políticas, representantes de jornais e visitas a vários locais. Enquanto Presidente da República reuniu em livros as dez intervenções, onde relata os principais discursos de 1987 até 1986. Para além das obras que publicou antes do 25 de Abril, Mário Soares editou ainda Resposta Socialista para o Mundo em Crise (1983), Persistir (1984), A Árvore e a Floresta (1985). Recentemente lançou o livro Incursões Literárias (2003). Em 1991, ano em que foi reeleito Presidente da República, nasceu a Fundação Mário Soares, da qual se tornou presidente. Esta Fundação tem como objectivos patrocinar projectos de investigação e publicação de estudos bem como a formação cívica e política. Os debates e as conferências de divulgação cultural, em especial dirigidas à juventude e aos trabalhadores imigrantes em Portugal, nomeadamente dos países africanos lusófonos, do Brasil, Macau e Timor-Leste são também o propósito da Fundação. Contrariamente à sua decisão de não voltar à política quando terminou o seu mandato como Presidente da República em 1996, Mário Soares decidiu candidatar-se novamente à presidência da República em 2005, para as eleições a realizar no início do ano seguinte, competindo com Aníbal Cavaco Silva, Manuel Alegre, Jerónimo de Sousa, Francisco Louçã e Garcia Pereira. O pretexto apresentado para a sua candidatura relacionava-se com a crise que se instalou no país e a sua intenção de poder fazer algo para melhorar a situação. Nas eleições realizadas a 22 de Janeiro não saiu vencedor, tendo perdido para Aníbal Cavaco Silva, que ganhou com a maioria absoluta de 50,59% dos votos. Mário Soares ficou em terceiro lugar na percentagem de votos, com 14,34%, e em segundo lugar ficou Manuel Alegre com 20,72%.
Mário Soares. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-12-07]
domingo, 6 de dezembro de 2009
Faz anos hoje - António Feio
No dia 6 de Dezembro de 1954 nascei António Feio.Da Infopédia:
Actor e encenador português, nasceu a 6 de Dezembro de 1954, em Lourenço Marques (actual Maputo), em Moçambique. António Feio foi viver para Lisboa com a família, aos sete anos de idade. Enquanto frequentava o liceu, costumava ir assistir aos ensaios da mãe, no Teatro Experimental de Cascais, e foi assim que surgiu o convite de Carlos Avilez para fazer parte de elenco da peça O Mar, de Miguel Torga, que estreou a 6 de Maio de 1966 e que marcou o início de uma promissora carreira de actor. Em 1974, fez a digressão do Teatro Experimental de Cascais por Moçambique. De novo em Lisboa, leva a cena inúmeras peças em teatros, como o S. Luiz, o Teatro Adoque, o Teatro ABC, a Casa da Comédia, o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, o Teatro Aberto, o Teatro Variedades, entre outros. Começou a tornar-se conhecido do grande público devido às suas aparições televisivas: a primeira foi na série policial Zé Gato (1980). Seguiram-se papéis secundários em Sabadabadú (1981), na telenovela Origens (1983) e no programa infantil Zarabadim (1985). Em 1993 actuou, em parceria com José Pedro Gomes, na peça Inox - Take 5, e assim teve início uma "dupla" de sucesso. O seu trabalho no teatro alargou-se também à encenação de espectáculos que têm sido apresentados no Centro Cultural de Belém e nos Teatros Nacionais de Lisboa e Porto, entre outros. Com José Pedro Gomes actuou e encenou peças que alcançaram um enorme êxito, destacando-se O Que Diz Molero (1994), Conversa da Treta (1997), que se tornou tão popular que passou também na televisão sob a forma de vários episódios, e Arte (1998), num trio que inclui Miguel Guilherme, e que fizeram rir um público entusiasta. Encenou outras peças de referência, como A Partilha (1994), Perdidos em Yonkers (1996), Duas Semanas com o Presidente (1996), O Aleijadinho do Corvo (1997) e Bom Dia Benjamim (1998). Após ter assumido a personagem Johnny Bigodes no concurso Ai os Homens (1998) e ter co-apresentado, ao lado de Rui Paulo, o programa televisivo Mulher Não Entra (2001), voltou ao teatro de cariz cómico: Inox (2002), ao lado de Maria Rueff, a Treta Continua (2003), com José Pedro Gomes, e Deixa-me Rir (2004), com Virgílio Castelo.
António Feio. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-12-06]
sábado, 5 de dezembro de 2009
Desabafo
Depois de dois dias de trabalho intenso e stressante, onde nem me restou tempo ou força para escrever aqui no Outras Escritas, eis que hoje, me sinto doente, febril, mas sem febre e com muito poucas forças...Não! Não é gripe A...
Faz anos hoje - Josep Carreras
No dia 5 de Dezembro de 1946 nasceu Josep Carreras.Da Infopédia (pouquíssima informação e nada relevante):
Tenor espanhol, nascido em 1946, após ter sofrido uma dramática recuperação de leucemia em 1988, juntou-se a Plácido Domingo e Luciano Pavarotti para gravar um disco produzido para coincidir com a abertura do Mundial de Futebol de Roma de 1990. Em 1984 gravou um disco intitulado West Side Story .
José Carreras. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-12-05]
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Joyce DiDonato

Aqui está uma opinião completamente diferente da minha, relativamente ao último trabalho e Joyce DiDonato.
Faz anos hoje - Gianni Versace
No dia 2 de Dezembro de 1946 nasceu Gianni Versace.Da Infopédia:
Estilista italiano, Gianni Versace nasceu a 2 de Dezembro de 1946, em Regio Calábria, e morreu a 15 de Julho de 1997, em Miami, nos Estados Unidos da América, baleado à porta da sua vivenda. A partir dessa data, foi a sua irmã Donatella quem tomou conta da casa Versace. Versace aprendeu com a mãe, que era costureira, os primeiros passos da confecção de roupa e, aos nove anos, fez um vestido comprido de veludo. Apesar de inicialmente ter estudado arquitectura, Gianni Versace depressa se mudou para o mundo da criação de moda. Foi, assim, viver para Milão em 1972 e começou por trabalhar na criação de pronto-a-vestir para casas como a Callaghan, Genny e Complice. Quando ainda estava na Complice, convenceu o irmão Santo a associar-se a ele no negócio da moda e, em Março de 1978, surgiu nas passerelles de Milão a primeira colecção de roupa feminina Versace, na altura com um estilo distante do que o viria a tornar conhecido. No ano seguinte, lançou a primeira colecção masculina, mas foi só em 1982 que se tornou realmente famoso, quando apresentou uns vestidos sexy elaborados à base de malhas metálicas. Nesse mesmo ano, e graças a essa colecção, ganhou o primeiro de muitos prémios da carreira, ao ser galardoado com o Occhio d'Oro, destinado a distinguir o melhor estilista da colecção feminina de Outono/Inverno de 1982/83. Ainda nesse ano, iniciou uma colaboração com o Teatro Scalla de Milão, tendo criado o guarda-roupa para uma peça de ballet de Richard Strauss. Ao longo da sua carreira, manteve uma longa e proveitosa colaboração com o mundo artístico. Em 1984, lançou o perfume "Versace l'Homme", com a particularidade de um coreógrafo belga ter preparado uma dança em honra deste lançamento. Dois anos depois, o presidente italiano, Francesco Cossiga, nomeou-o Comendador da República Italiana, para ainda em 1986 ser a vez de Jacques Chirac lhe oferecer a Grande Medalha de Paris. A sua irmã, Donatella, que para ele era uma musa inspiradora, já trabalhava há algum tempo com Gianni mas foi só em 1989 que se tornou definitivamente imprescindível para a casa Versace, ao lançar a linha Versus, dedicada aos que gostam de roupas mais arrojadas. O ano 1991 ficou marcado pelo lançamento do perfume "Versus" (a versão feminina surgiu em 1992) e da linha clássica de vestuário "Signature". O excêntrico cantor britânico Elton John era grande admirador de Giannni Versace e, em Maio de 1992, convidou-o para desenhar o guarda-roupa para uma digressão mundial. Nesse mesmo ano, saiu o relógio "Meduse", o primeiro da marca Versace. Em 1993, o Conselho de Estilistas da América concedeu a Versace o prémio da moda, num ano em que foi também apresentada uma linha de artigos para casa. As criações de Gianni Versace reflectiam a sua personalidade e o seu modo de vida; cometia muitos excessos, nomeadamente nas inúmeras festas que dava nas vivendas que tinha espalhadas pelo Mundo. O próprio estilista afirmava que excesso era entretenimento. Assim, sem espanto, era um criador solicitado por excêntricos artistas pop e rock como Elton John, Prince, Madonna e Courtney Love. Gianni Versace era um grande admirador das top models que desfilavam as suas criações e passava a vida a elogiá-las e a enchê-las de presentes. Ao mesmo tempo, fazia questão de promover a imagem destas belas mulheres nos anúncios às suas criações. Na hora da sua morte, depois do brutal assassinato à porta de casa, os amigos não faltaram à chamada e personalidades como Elton John, Madonna e a princesa Diana foram a Milão assistir ao funeral.
Gianni Versace. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-12-02]
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Caim - José Saramago
Acabei de ler o polémico Caim de José Saramago.Em primeiro lugar devo referir que não percebo a polémica que se gerou em torno do livro. Claro que Saramago é um escritor importante (para muitos um bom escritor e para outros nem tanto) e que quando se põe em causa o livro sagrado se fica sujeito às mais diversas reacções da Igreja Católica.
Depois de ler o livro, considero que muitos dos comentários que se fizeram são perfeitos disparates. Saramago não ofende a Igreja Católica e também não ofende Deus, ou deus como escreve.
Em Caim, Saramago apenas põe em causa algumas das acções de Deus que são descritas na bíblia. Por exemplo, incendiar Sodoma e Gomorra não fez com que morressem milhares de crianças e mulheres inocentes?
E depois há uns aspectos mais práticos que são hilariantes. Por exemplo na Arca de Noé, as mulheres não tinham mãos a medir com a limpeza. É que colocar tantos animais num espaço fechado fez com que estivesse tudo sempre "mijado e cagado" (palavras do autor).
A maioria dos críticos literários não considera Caim ao nível de outras obras de Saramago, de qualquer forma, penso que o seu humor e a sua inteligência do autor estão sempre presentes.
Recomendo...
PS: nunca li a bíblia. Nunca me despertou qualquer interesse.
Faz anos hoje - Morris
No dia 1 de Dezembro de 1923 nasceu o criador de Lucky Luke, Maurice de Bévère.Da Infopédia (Luchy Luke):
O mais célebre cowboy da banda desenhada europeia foi criado na Bélgica por Morris, aliás Maurice de Bévère, em 1946. A evolução gráfica da personagem Lucky Luke - o cowboy que dispara mais rápido que a sua própria sombra -, que se tem registado desde 1946, é muito significativa: as formas arredondadas que apresentava inicialmente faziam com que a personagem denotasse muita influência do cinema animado, área onde Morris tinha trabalhado antes. A indumentária era já em tudo idêntica à que lhe é conhecida: chapéu branco, lenço vermelho, camisa amarela e calças pretas, que depois passaram a azuis, mais em consonância com os jeans. O fiel cavalo Jolly Jumper surgiu no primeiro episódio, "Arizona 1880", como seu companheiro, sendo muito rápido, inteligente e ajudando Luke em múltiplas situações. Tem a particularidade de jogar xadrez e de prever por onde o seu cowboy escapará de uma zaragata. Mas a galeria de personagens é extensa. Morris tinha criado e literalmente morto os irmãos Dalton, Bob, Gray, Bill e Emmet, num episódio feito a solo, Fora-da-Lei, tendo Goscinny achado mais tarde que eram personagens com imenso potencial. Uma vez que estavam mortos, "criou" os primos Dalton, em tudo idênticos aos defuntos: Joe, Jack, William e Averell, por ordem de altura, que apareceram precisamente em Os Primos Dalton, contribuindo decisivamente para a popularização da série, pelo seu lado caricatural. Joe, o baixinho mauzão e irascível, e Averell, o alto, delicado e glutão, protagonizam os mais variados e hilariantes gags da série. Rantanplan, criado em 1960, é o oposto do célebre cão Rintintin, pois não tem faro, as pistas que segue são sempre erradas e come como um desalmado, constituindo, com os Dalton, o elemento burlesco da série, de tal modo que o cão mais estúpido do oeste (e até do este) tem direito a uma série própria. Para além dos perigosos bandidos que abundam no velho oeste, como Billy the Kid, Luke também conheceu personagens famosas e bizarras, muitas das quais verídicas, das mais diversas áreas, sem esquecer os aventureiros, os índios e os imigrantes. Chineses, irlandeses, italianos ou russos, que se aventuravam no país das oportunidades, formam uma extensa lista de personagens que, com muito humor à mistura, vão apresentar um mosaico social dos pioneiros do velho oeste. O cigarro foi uma imagem de marca de Lucky Luke durante quase 4 décadas, que deixou de fumar em 1983, surgindo no álbum Fingers com uma palhinha na boca, a pedido dos editores dos EUA.
Edições e produtos derivados A sua primeira aparição verificou-se no Almanach Spirou 1947, anuário da revista Spirou, publicado a 14 de Novembro de 1946, com a história "Arizona 1880". A 12 de Junho de 1947 começou a publicar-se com regularidade na revista Spirou, com La Mine d'Or (A Mina de Ouro) de Dick Digger, história que daria origem ao primeiro álbum, editado pela Dupuis em 1949. O primeiro episódio que contou com René Goscinny como argumentista foi Carris na Pradaria, publicado na Spirou a partir de 25 de Agosto de 1955. Até 1968 as histórias continuaram a ser publicadas na revista Spirou, com álbuns da Dupuis. Nesse ano, a série passou a publicar-se na concorrente Pilote, dirigida por Goscinny, até 1973, com os correspondentes álbuns da Dargaud. Em 1974 foi criada a sua própria revista, Lucky Luke, de periodicidade mensal mas de duração efémera, aparecendo depois em pré-publicação nas mais variadas revistas, como Tintin, Paris-Match e Le Nouvel Observateur, antecedendo as edições em álbum. Após a morte de Goscinny (1977), Morris teve diversos argumentistas para Lucky Luke: Vicq, Bob de Groot, Xavier Fauche, Jean Léturgie, Dom Domi, Martin Lodewijk, Lo Hartog Van Banda, Guy Vidal, Claude Guylouïs e Michel Janvier. As colaborações alargaram-se também ao desenho, com Janvier e Frédéric Garcia, mas também a Leonard, este sobretudo na coloração. Morris faleceu a 16 de Junho de 2001 mas, ao contrário de Hergé, nunca manifestou discordância na continuação da série, desde que fosse mantido o espírito e o grafismo. Deste modo, a 3 de Julho de 2004 começou a publicação da primeira história da série após o desaparecimento do seu criador, La Belle Province, com pré-publicação no prestigiado jornal francês Le Figaro, feita pela dupla de autores Laurent Gerra (argumento) e Achdé (desenho). A adaptação de Lucky Luke aos desenhos animados aconteceu com Lucky Luke, em 1971, consequência da popularidade que a personagem gozava, pelo que outros filmes se seguiram: Daisy Town (1971), La Ballade des Dalton (1978), Les Dalton en Cavale (1983), entre outros. Em paralelo, surgiram também séries na televisão, em 1984, em 1991 e em 2001. O início dos anos 90 do século XX ficou marcado pela estreia do filme Lucky Luke, adaptação a personagens de carne e osso, realizado e protagonizado por Terence Hill (Lucky Luke) e que contou com a participação de Ron Carey (Joe Dalton) e Nancy Morgan (Lotta Legs), entre outros actores. Por essa altura, os mesmos protagonistas participaram também numa série de televisão, com ambas experiências a não se revelarem particularmente felizes. Em 2005 estreou o filme Os Irmãos Dalton, de Philippe Haïn. Jogos, vestuário, material escolar e publicidade têm sido alguns dos muitos suportes que têm utilizado o famoso cowboy da banda desenhada. Lucky Luke em Portugal A sua estreia em Portugal ocorreu apenas em 1958, quando surgiu no Cavaleiro Andante n.º 340, aparecendo depois em vários outros periódicos: Foguetão (1961), Zorro (1962-1966), Tintin (1968-1982), Flecha 2000 (1978), Diário Popular (suplemento "Flecha 2000", 1985-1986), Jornal da BD (1982-1987) e Selecções BD, I e II série (1988-1991 e 1998-2001, respectivamente). Ao nível dos álbuns, Fora-da-Lei, de 1967, foi primeiro dos quatro editados pela Íbis, a que se seguiu a Livraria Bertrand, com 12 títulos entre 1974 e 1979. A partir dos anos 80 do século XX, a Meribérica, depois Meribérica/Liber, editou quase toda a colecção de álbuns da série, tanto em pequeno como em grande formato. A única excepção foram os quatro primeiros títulos, tendo apresentado também diversos álbuns da série paralela, Rantanplan. Em 2003, as Edições ASA asseguraram os direitos sobre a série, lançando em simultâneo os títulos ainda inéditos e várias reedições. Outras edições a registar: o livro publicitário O Fim dos Dalton (oferta do detergente Azur) no início dos anos 70, o álbum de cromos da Arcádia em 1973 e o volume inaugural da colecção "Os Clássicos da Banda Desenhada", apresentado em 2003 com o jornal Correio da Manhã. Morris esteve presente em Portugal por mais de uma vez, no VI Salão Internacional de BD do Porto (1989) e no 1.º Festival Internacional de BD da Amadora (1990), onde ficou demonstrada a popularidade da sua obra. Em 1999 foi anunciado um arrojado projecto, o Parque Lucky Luke, nos arredores de Palmela, sob iniciativa de Telmo Protásio, da Meribérica/Liber e com o apoio de Morris, mas a morte de ambos inviabilizou o projecto.
Lucky Luke. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-12-01]