sexta-feira, 11 de setembro de 2009
"Webcams"
Como estou quase de férias, resolvi fazer uma pesquisa na Internet sobre a existência de "webcams" no local onde vou estar nos próximos dias. Descobri este "site" que disponibiliza imagens de "webcams" espalhadas pelo mundo inteiro.Além de interessante, é bastante útil. Já me permitiu concluir que o tempo não está "grande coisa" no local que escolhi para umas micro-férias.
Aqui fica o "link".
Faz anos hoje - D. H. Lawrence
No dia 11 de Setembro de 1885 nasceu D. H. Lawrence.Da Infopédia:
Poeta e ficcionista, de nome completo David Herbert Lawrence, nascido em 1885 e falecido em 1930, foi (como ficcionista) um dos mais influentes escritores ingleses do século XX. Da sua prolífica obra destacam-se os romances Sons and Lovers (Filhos e Amantes , 1913), Women in Love (Mulheres Apaixonadas , 1920) e Lady Chatterley's Lover (O Amante de Lady Chatterley , 1928). Apesar de ser menos conhecida do grande público e de ter uma qualidade irregular, a sua poesia inclui alguns dos mais belos exemplares da lírica do Modernismo.
D. H. Lawrence. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-09-11]
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Faz anos hoje - Yma Sumac
No dia 13 de Setembro de de 1922 nasceu Yma Sumac.Da Wikipédia (desculpem o português barasileiro):
Zoila del Catillo nasceu em 13 de setembro de 1922, em Cajamarca, Peru. Ela adaptou o nome Yma Sumac na América do Sul, antes de ir aos Estados Unidos. Tal nome foi baseado no nome de sua mãe, que derivava de Ima Shumaq, que significava "linda flor", e até mesmo "linda garota", como declarou em algumas de suas entrevistas.
A primeira aparição de Yma Sumac no rádio foi em 1942, sendo que neste mesmo ano, se casou com o maestro Moisés Vivanco. Yma gravou no mínimo 23 canções da música popular peruana na Argentina em 1943. Essas gravações foram muito bem recebidas pela Odeon (gravadora que gravou suas primeiras canções) e teve a participação do grupo de Moisés Vivanco, Compañía Peruana de Arte, composto por 46 dançarinos, cantores e músicos de origem indígena. Em 1946, Yma e Vivanco se mudaram para a cidade de Nova Iorque, onde atuaram como o Inca Taky Trio, onde Sumac cantava como soprano, sua prima Cholita Rivero como contralto e também como dançarina e Vivanco no violão.
Yma Sumac foi uma das cantoras líricas mais bem notificadas e admiradas de todos os tempos. Com sua voz, era capaz de emitir notas agudíssimas que soavam como o canto dos pássaros e graves que iam abaixo da tessitura de um baixo. Possuía uma extensão vocal de 5,2 oitavas, emitindo desde o Réb1 do piano até ao Dó#7. Sua canção "Chuncho - The Forest Creatures" é um excelente exemplo de quão grande era a sua extensão vocal, onde emitia desde o E2 ao C#7. Até então, a cantora mais conhecida por cantar C7 era Erna Sack que possuía 4,4 oitavas, emitindo desde o Fá2 ao Dó7. Com sua extensão, Yma pôde passar para si o título que até então pertencia a Erna Sack. Yma Sumac era classificada como contralto.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Bloguísses
"Há tanto tempo que não escrevo coisíssima nenhuma sobre assunto nenhum..."
Revi-me nesta frase e dei comigo a pensar que uma férias retemperadoras me fariam bem. O pior é que as férias que se aproximam, além de curtas, não se auguram nada retemperadoras.
Veremos...
Faz anos hoje - Cardeal Richelieu
No dia 9 de Setembro de 1585 nasceu Armand-Jean du Plessis (Cardeal Richelieu).Da Infopédia:
Religioso francês nascido a 9 de Setembro de 1585, na cidade de Paris, e faleceu a 4 de Dezembro de 1642. Armand-Jean du Plessis, seu nome verdadeiro, era filho do Grande Preboste de França e senhor de Richelieu, François du Plessis, e da sua mulher Sizanne de la Porte. Estudou no Colégio de Navarra e na Academia de Pluvinel, orientando-se a sua educação para a carreira militar. Contudo, uma vez que o seu irmão Alphonse recusou o cargo de bispo de Luçon, que pertencia à família, Armand-Jean substituiu-o no ano de 1606. Com apenas 22 anos necessitou da aprovação papal, que foi pedir a Roma, e uma vez conseguida iniciou as suas tarefas diocesanas. Travou conhecimento com aquele que ficaria para a história como a "eminência parda" pela confiança que Richelieu sempre depositaria nele: o capuchinho Padre José. Eleito deputado nos Estados Gerais pelo clero de Poitou em 1614, foi depois distinguido com o cargo de Grande Esmoler do reino por Maria de Médicis, mãe de Luís XIII. Protegido de um poderoso ministro do reino, Concino Concini, ganhou também ascendente sobre a rainha-mãe, mas quando estes caíram em desgraça também Richelieu foi em 1618 exilado para Avinhão por ordem de Luís XIII. Após a reconciliação do rei com a sua mãe, em 1620, por meio do Tratado de Angoulême, abriu-se de novo o caminho de Richelieu ao poder. A 16 de Abril de 1621 tornou-se Cardeal de Richelieu, por intercessão do rei, três anos depois membro do Conselho Real e chegando ao posto de primeiro ministro, dedicou-se à práctica de uma política que procurou fortalecer tanto o poderio francês face a outros dominantes na Europa como o do rei no seu próprio país. Tal implicou a perda de privilégios e de estruturas defensivas que davam autonomia a grandes figuras da nobreza, que passaram a viver em constante revolta contra este ministro. Uma das medidas mais polémicas tomadas por Richelieu (entretanto feito par de França e duque) foi a aliança com os Protestantes no combate dos anos 30 de 1600 contra os Católicos do império dos Habsburgos, posição tomada por razões políticas mas criticada por ser tomada por um clérigo. Destes combates nasceram a "taille" e a gabela, taxas a pagar sobre a terra e o sal para o financiamento dos gastos militares. Após o seu falecimento, sucedeu-lhe no cargo o cardeal Mazarino. Richelieu foi uma das figuras de proa da instauração do Absolutismo real na França. Subordinou todos os poderes ao rei, no qual centralizou todo o poder. Mitigou e aboliu até os conflitos de interesses de carácter nobiliárquico ou religioso, fazendo valer a arbitragem e intervenção da política real, cujo maior instrumento era o próprio cardeal-duque Richelieu. Um estado centralizado, com Richelieu, substituiu um país pulverizado por poderes, fragmentado por querelas e lutas internas e regido por leis diversas. Um Rei, um Estado, uma Lei, poderia ter sido a divisa absolutista de Richelieu. Este notabilizou-se ainda pelo enfraquecimento do poder dos Habsburgos na Europa, reinantes na Espanha (com os Áustrias) e no Sacro-Império Romano-Germânico. Foi um dos apoiantes dos Protestantes do Norte da Europa contra os estados dominados pelos Habsburgos que, apesar de católicos como Richelieu, no seu entender deveriam ser enfraquecidos para dar lugar à hegemonia da França. Assim, Richelieu foi um dos vencedores da Guerra dos Trinta Anos (1618-1648) e da Paz de Vestefália, momento de viragem na direcção geopolítica da Europa.
Cardeal de Richelieu. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-09-09]
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Rossini - Duetto di due gatti
Faz anos hoje - Antonin Dvorák
No dia 8 de Setembro de 1841 nasceu Antonin Dvorák.Da Infopédia:
Compositor boémio, Antonín Leopold Dvorák nasceu em 1841, em Nelahozeves, na Boémia (actual República Checa), e morreu em 1904, em Praga. Foi notabilizado por ter recorrido a influências folk na sua composição, a música romântica do século XIX. Iniciou os seus estudos musicais muito cedo e, mais tarde, a conselho do professor Antonin Liehmann, ingressou numa escola de órgão, em Praga. Tornou-se um instrumentista talentoso e fez parte da orquestra do Provisional Theatre, na altura conduzida por Bedrich Smetana. O estudo com apoio de professores particulares e o interesse recém-adquirido pela composição acabou por levá-lo à conquista de três prémios Stipendium (1874, 1876, 1877), o que despertou a atenção de outro compositor, seu contemporâneo, o famoso Johannes Brahms. A partir daí, tornaram-se frequentes as suas actuações públicas, notabilizando-se, de entre elas, as peças de Danças Eslavas, a Sexta Sinfonia e a Stabat Mater. Particularmente bem recebido junto do público inglês, acaba por ser doutorado honoris causa pela Universidade de Cambridge e dedica alguns trabalhos a instituições britânicas. Em 1891, começou a dar aulas no Conservatório de Praga e protagonizou alguns concertos na sua Boémia natal. Seguidamente, partiu para os EUA e foi nomeado director do Conservatório Nacional de Nova Iorque, funções que exerceu desde 1892 e durante três anos. Foi durante essa fase, em que leccionou temáticas de composição, que compôs a Nona Sinfonia, "Do Novo Mundo", alguns dos seus mais famosos quartetos de cordas e o concerto para violoncelo. Algumas dificuldades financeiras e problemas familiares trouxeram-no de novo a Praga e o compositor dedicou-se à composição de poemas sinfónicos e obras dramáticas, destacando-se a ópera Rusalka (1901). Não é considerado um compositor radical nem demasiado conservador. Os seus trabalhos revelam influências da música tradicional checa, nomeadamente a polka, a furiant e a dumky, mas também influências da escola americana, como sejam as escalas pentatónicas. De entre as suas referências musicais destacam-se nomes como Mozart, Haydn, Beethoven, Schubert e Wagner e, obviamente, o seu amigo Brahms. Dvorák nunca mostrou uma grande afinidade com as composições dramáticas, preferindo o equilíbrio, a elegância e o classicismo na forma. Os seus trabalhos mais importantes incluem Moravian Duets (1876), Stabat Mater (1877), Slavonic Dances (1878), Gypsy Songs (1880), Symphony N.º 7 in D Minor (1885), Symphony N.º 9 in E Minor (Do Novo Mundo - 1893), Piano Quintet in A Major (1887), Te Deum (1892) e Rusalka (1901).
Antonín Dvorák. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-09-08]
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Mariella Devia - Maria Stuarda e Anna Bolena
Como de costume, concordo com o Mário. No entanto, penso que La Devia é muito mais que uma grande rossiniana. É também uma grande donizettiana. A comprová-lo aqui ficam dois vídeos (gravação áudio) em que a cantora interpreta as árias finais das óperas Maria Stuarda e Anna Bolena.
A captação foi feita num concerto que ocorreu em Génova em Junho passado.
Já agora, querem adivinhar a idade da Devia? A idade real, porque pela voz parece estar ainda na casa dos 30/40...
Faz anos hoje - Camilo Pessanha
No dia 7 de Setembro de 1867 nasceu Camilo Pessanha.Da Infopédia:
Depois de se ter formado em Direito pela Universidade de Coimbra, partiu como professor para Macau, onde permanecerá, depois como conservador do registo predial, grande parte da sua vida e onde terá convivido durante escassos anos com Wenceslau de Morais. Ocupando uma posição marginal relativamente aos movimentos, polémicas e publicações que marcaram a última década de Oitocentos, Camilo Pessanha foi compondo uma pequena mas significativa obra poética, esparsamente divulgada em pequenas revistas e jornais, e apenas coligida em 1920, pelo empenho de um amigo e admirador, João de Castro Osório. Considerada o que de melhor produziu o simbolismo português, a sua obra aponta em vários aspectos para a estética modernista, sendo, aliás, da responsabilidade de Luís de Montalvor, um dos elementos de Orpheu , a divulgação em primeira mão de um conjunto de poemas de Pessanha na revista Centauro. A poesia de Camilo Pessanha articula o equilíbrio musical do verso, a capacidade de sugestão de sentidos a partir de elementos significantes, proveniente de um simbolismo de matriz verlainiana, com a elevação da imagem à categoria de símbolo, teorizada por Baudelaire ou Mallarmé, como alicerces de uma poesia elaborada ao ponto de ocultar o seu rigor construtivo e encarada como forma intelectualizada de compreensão da relação entre o eu e a realidade. Revelado pelos modernistas, este autor deve a sua redescoberta, até certo ponto, à iluminação recíproca que estabelece com a obra de Fernando Pessoa, devendo-se o primeiro estudo exaustivo da sua obra, em 1956, à ensaísta Esther de Lemos, a que se seguiriam, nas décadas seguintes, trabalhos fundamentais sobre Clepsidra, da autoria de Urbano Tavares Rodrigues e Óscar Lopes. Segundo este último ensaísta, "Pessanha traz à poesia portuguesa toda a dinâmica até então insuspeitada do momento subjectivo no domínio da percepção, desarticulando a perspectiva puramente geométrica a que a descrição parnasiana obedece, mobilizando os modos afectivos de reacção à realidade sensorial", e alcançando, na "expressão estilística concreta", "a dialéctica das percepções ou imagens e de uma subjectividade individual" (cf. Entre Fialho e Nemésio , vol. I, Lisboa, INCM, p. 136). Bibliografia: Clepsidra, Lisboa, 1920, reed. aum., Lisboa, 1945; China, Lisboa, 1944; O Caderno Poético de Camilo Pessanha, Macau, 1986; Cartas a Alberto Osório de Castro, João Baptista Castro e Ana Osório, Lisboa, 1984
Camilo Pessanha. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-09-07]
domingo, 6 de setembro de 2009
Blogue da semana (XXXI) - Opera per Tutti
O blogue que destaco esta semana é o Opera per Tutti da responsabilidade do José Quintela Soares.Como o próprio nome indica, o tema do blogue é a ópera nas suas variadas vertentes.
Está a decorrer uma série de desafios em que são mostradas fotografias e é pedido aos leitores que indiquem o nome do cantor nelas presente.
É interessante este Opera per Tutti.
Faz anos hoje - John Dalton
No dia 6 de Setembro de 1766 nasceu John Dalton.Da Infopédia:
Químico e físico inglês, John Dalton nasceu a 6 de Setembro de 1766, em Eaglesfield, na Inglaterra, e morreu a 27 de Julho de 1844, em Manchester, também na Inglaterra. Já aos 12 anos revelava dotes científicos especiais, altura em que já ensinava Matemática aos seus primeiros alunos. De origem bastante pobre, nem por isso se viu impedido de se tornar um químico extraordinário. É considerado o "Pai" da Teoria Atómica sobre a qual assenta a química moderna. Segundo este, toda a matéria era formada por partículas extremamente pequenas - os átomos. Estes, eram indivisíveis, variavam de elemento para elemento e combinavam-se entre si formando compostos. Dalton estabeleceu a lei das proporções múltiplas, segundo a qual as quantidades do mesmo elemento que se unem com uma quantidade fixa de outro elemento para formar, em cada caso, um composto diferente estão na razão de números inteiros simples. Formulou, ainda, a lei que ficou conhecida por "lei de Dalton", segundo a qual a pressão exercida por uma mistura de gases ideais é igual à soma das pressões da cada um dos componentes da mesma. Dalton investigou a solubilidade dos gases nos líquidos e descobriu o daltonismo - incapacidade de distinguir diversas cores no espectro, atingindo frequentemente o verde e o vermelho.
Dalton. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-09-06]
sábado, 5 de setembro de 2009
Cartão do Cidadão
Faz anos hoje - Freddie Mercury
No dia 5 de Setembro de 1946 nasceu Freddie Mercury.Da Infopédia:
Cantor pop-rock, de nome verdadeiro Farookh Bulsara, nasceu a 5 de Setembro de 1946, na ilha de Zanzibar, em África. Os seus pais, Bomi e Jer Bulsara eram de origem persa. Em 1947, a família mudou-se para a Índia, onde o pequeno Farookh entrou para o Colégio Interno de St. Peter, em Panchgani, a 80 quilómetros de Bombaim. Foi aí que os amigos o começaram a chamar Freddie. Iniciou então a aprendizagem de Piano, ao mesmo tempo que se destacava em todas as actividades extra-curriculares ligadas ao desporto e às artes. Em 1958, fundou com quatro colegas de escola os The Hectics, a sua primeira banda, na qual tocava piano e assumia um papel bastante discreto. Em 1962, voltou à sua terra natal, onde viveu até 1964, ano em que se mudou com a família (já com a irmã Kashmira) para Inglaterra devido à instabilidade politico-social por que passava Zanzibar. Em Setembro do mesmo ano, matriculou-se na Escola Politécnica de Isleworth para estudar Arte. Dois anos depois, entrou para a Faculdade de Artes de Ealing, onde finalizou os estudos no curso de Desenho e Artes Gráficas. Na faculdade, conheceu Tim Stafell, que tocava num grupo chamado Smile. Durante um ensaio da banda, Tim apresentou a Freddie os restantes membros do grupo: o guitarrista Brian May e o baterista Roger Taylor, dos quais ficou amigo. Nos dois anos seguintes, passou pelas bandas Ibex (depois Wreckage) e Sour Milk Sea. Data de 23 de Agosto de 1969 a primeira subida ao palco de Freddie Mercury, com os Ibex, no Teatro Octogonal da cidade de Bolton. Em 1970 conheceu Mary Austin, com quem viveu durante sete anos. Em Abril de 1970, Tim Stafell abandonou os Smile. Nesse momento Freddie convenceu Brian May e Roger Taylor a prosseguirem com a banda, propôs a mudança de nome para Queen e criou o seu apelido Mercury. Pouco tempo depois, o terceto passou a quarteto com a inclusão do baixista John Deacon. Nascia, assim, uma das bandas mais marcantes da história da música, através da qual Freddie Mercury deu corpo a todo o seu génio musical. Possuidor de uma voz capaz de alternar entre a balada melodiosa e o rock mais agressivo, Mercury foi acima de tudo um sublime intérprete em palco, espaço onde libertava o seu espírito mais extravagante, vestindo roupas provocantes e fazendo poses ousadas. Foi também um compositor de excepção, sendo imensas as composições de sua autoria que celebrizaram os Queen. Entre elas estão "Bohemian Rapsody", "We Are the Champions", "Friends Will Be Friends", "The Show Must Go On" e "Made in Heaven", numa lista quase interminável.
Em 7 de Outubro de 1979, Freddie actuou com o Royal Ballet, num espectáculo em que dançou e interpretou os temas "Bohemian Rapsody" e "Crazy Little Thing Called Love" ao som de orquestra. Em 1983, começou a trabalhar no seu primeiro disco a solo. No ano seguinte, contribuiu para a banda sonora do filme Metropolis com o tema "Love Kills", escrito em parceria com o músico e produtor Giorgio Moroder. Ainda em 1984, lançou o single "I Was Born to Love", que antecedeu a edição, em 1985, do seu primeiro álbum a solo, Mr. Bad Guy, que incluiu ainda os êxitos "Living on My Own" e "Made in Heaven".
Em Fevereiro de 1987, lançou uma versão de " The Great Pretender", um clássico dos The Platters. No mês seguinte, viajou para Espanha, onde gravou com a diva da ópera espanhola Montserrat Caballé a canção "Barcelona", que atingiria o Top Ten britânico. No ano seguinte sairia o álbum conjunto com o mesmo nome, do qual fizeram parte temas como "How Can I Go On" e "The Golden Boy". A 8 de Outubro de 1988, actuou ao lado de Montserrat Caballé, naquele que viria a ser o seu último espectáculo, pois encontrava-se já gravemente doente. Mesmo assim, continuou a compor e a gravar canções, tendo mesmo rodado vídeos.
Em 1991, gravou o último álbum com os Queen, intitulado Innuendo, antes de comunicar, a 23 de Novembro, a sua condição de seropositivo, deixando em estado de choque os seus milhões de fãs em todo o mundo. No dia seguinte faleceu em sua casa.
A 20 de Abril de 1992 realizou-se um concerto em sua memória, no Estádio de Wembley, palco que, sete anos antes, no evento Live Aid, recebera uma das melhores actuações de sempre dos Queen. No mesmo ano foi lançado uma colectânea com os seus maiores sucessos a solo, The Freddie Mercury Album. Os restantes membros da banda lançaram, em Novembro de 1995, o álbum Made in Heaven que incluiu as últimas canções compostas por Freddie Mercury.
A orientação a solo de Freddie Mercury ficou marcada por uma sonoridade menos rock, bem patente na Solo Collection (2000), uma caixa com três CD's que junta o melhor material gravado pelo malogrado cantor. Três anos mais tarde, saiu nova edição especial dos êxitos do cantor a solo, pela mão da EMI, com o título Freddie Mercury Solo.
Freddie Mercury. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-09-05]
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Steig Larsson - A Rapariga que sonhava com uma lara de gasolina e um fósforo
Sempre gostei de livros grandes e nunca compreendi aquelas pessoas que olham os livros com mais de 500 páginas como se fossem grandes "calhamaços" impossíveis de ler.Este "A rapariga que sonhava com uma lata de gasolina e um fósforo" é o segundo "calhamaço" da trilogia Millennium do escritor sueco Stieg Larsson. As aventuras e desventuras da jovem Lisbeth Salander continuam a prender-nos à leitura e o que à primeira vista parece ser um livro enorme lê-se de "fio a pavio" num abrir e fechar de olhos.
Vou começar o terceiro e último volume.
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Precisa-se de matéria prima para construir um País - Eduardo Prado Coelho

A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia,bem como Cavaco, Durão e Guterres. Agora dizemos que Sócrates não serve. E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.
Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates. O problema está em nós. Nós como povo. Nós como matéria prima de um país.
Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro. Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.
Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos.
Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.
Pertenço a um país:
-Onde a falta de pontualidade é um hábito;
-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.
-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, reclamam do governo por não limpar os esgotos.
-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.
-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória política, histórica nem económica.
-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.
Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.
-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar.
-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão.
-Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.
Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.
Não. Não. Não. Já basta.
Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.
Esses defeitos, essa 'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA' congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS.
Nascidos aqui, não noutra parte...
Fico triste. Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos. E não poderá fazer nada...
Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.
Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier. Qual é a alternativa ?
Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror ?
Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados... igualmente abusados ! É muito bom ser português.
Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda...
Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.
Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer. Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos: Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e, francamente, somos tolerantes com o fracasso. É a indústria da desculpa e da estupidez.
Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido. Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO. AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.
E você, o que pensa ?... MEDITE ! EDUARDO PRADO COELHO
Faz anos hoje - Chateaubriand
No dia 4 de Setembro de 17687 nasceu François-René Chateaubriand.Da Infopédia:
Escritor francês, François-René Chateaubriand nasceu a 4 de Setembro de 1768, em Saint-Malo, na costa setentrional do país. Oriundo de uma família aristocrática, passou a sua infância no castelo ancestral de Combourg. Sentia desde muito cedo a vocação eclesiástica mas, apesar disso, decidiu tentar a sua sorte fazendo carreira na Marinha, seguindo o exemplo de alguns dos seus antepassados. Por volta de 1786 já era sub-tenente e, pouco tempo depois, teve a honra de ser apresentado ao então rei de França, Luís XVI, pelo que passou a frequentar a corte de Paris.
A vida sumptuosa foi interrompida pelo estalar da Revolução Francesa em 1789 e, embora tivesse compactuado a princípio com os insurrectos, logo se desiludiu, ao testemunhar os horríveis massacres perpetrados contra a nobreza. Decidiu, portanto, partir em busca de aventura para a América do Norte em 1791, e regressou a Saint-Malo apenas no ano seguinte, fascinado pela natureza ainda intacta do Mississipi e pela beleza imponente das cataratas do Niagara.
Não muito tempo depois tornou a sentir-se descontente com o rumo que a França levava, e decidiu juntar-se ao exército contra-revolucionário estacionado na Alemanha. A tentativa de restauração da monarquia falhou em 1793, depois do cerco de Thionville, de onde Chateaubriand saíra ferido. Procurou então refúgio na Inglaterra, onde acabou por permanecer cerca de sete anos.
De novo em França no ano de 1800, sofreu um enorme desgosto ao ter notícias da morte da mãe e da irmã, e tornou a abraçar a fé católica. No ano seguinte publicou o seu primeiro livro, um romance intitulado Les Natchez: Atala, ou Les Amours de Deux Sauvages Dans le Désert (1801, Atalá, ou os amores de dois selvagens no deserto: brevissimo resumo (em quadras liricas) da insigne historia / escripta por Mr. Chateaubriand), em que contava a história dos amores entre um índio e uma virgem cristã algures no território da Luisiana. Em 1802 apareceu a sua obra mais conhecida, Le Génie du Christianisme, ou Les Beautés de la Réligion Chrétienne, obra em que procurava reavivar o interesse pelo catolicismo, e que Camilo Castelo Branco traduziu para português com o título O Génio do Cristianismo.
Imiscuíndo-se novamente na política, pôs-se ao serviço de Napoleão Bonaparte o qual, em 1803, o nomeou embaixador francês em Roma. Demitiu-se logo no ano seguinte, após o assassinato do Duque de Enghien. Distanciando-se assim de Napoleão, zarpou de viagem em 1806, desta feita rumo ao Oriente, visitando lugares tão longínquos como a Grécia, a Turquia, o Egipto e a África do Norte, em busca dos lugares onde a fé cristã começara. Em resultado desta sua experiência publicou Les Martyrs, ou Le Triomphe de la Réligion Chrétienne (1809, Os Martyres), também traduzida por Camilo.
Eleito membro da Academia Francesa em 1811, foi também nomeado Par de França e Ministro do Estado após a derrota de Napoleão em Waterloo.
Chateaubriand faleceu em Paris a 4 de Julho de 1848.
As suas Mémoires d'outre-tombe (Memórias de Além-Túmulo, 1850) influenciaram o romantismo europeu.
Chateaubriand. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-09-04]
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
L'Italiana in Algeri no Teatro Real


As marcações estão feitas. Lá estarei nos dias 13 e 14 de Novembro para apreciar os dois elencos. É que a Kasarova já tem nome da praça, mas a Santafé, que já ouvi uma vez numa Dona del Lago no S. Carlos, não lhe fica atrás.
- Dirección musical:
- Jesús López Cobos
- Dirección de escena:
- Joan Font (Comediants)
- Escenografía y figurines:
- Joan Guillén
- Iluminación:
- Albert Faura
- Dirección del coro:
- Jordi Casas Bayer
- Mustafà:
- Michele Pertusi (1, 4, 7, 10, 13, 16, 18)
- Mustafà:
- Giorgio Surian (3, 6, 9, 14, 17)
- Isabella:
- Vesselina Kasarova (1, 4, 7, 10, 13, 16, 18)
- Isabella:
- Silvia Tro Santafé (3, 6, 9, 14, 17)
- Lindoro:
- Maxim Mironov (1, 4, 7, 10, 13, 16, 18)
- Lindoro:
- David Alegret (3, 6, 9, 14, 17)
- Taddeo:
- Carlos Chausson (1, 4, 7, 10, 13, 16, 18)
- Taddeo:
- Paolo Bordogna (3, 6, 9, 14, 17)
- Haly:
- Borja Quiza
- Elvira:
- Davinia Rodríguez (1, 4, 7, 10, 13, 16, 18)
- Elvira:
- Eugenia Enguita (3, 6, 9, 14, 17)
- Zulma:
- Cristina Faus (1, 4, 7, 10, 13, 16, 18)
- Zulma:
- Angélica Mansilla (3, 6, 9, 14, 17)
Faz anos hoje - António Sérgio
No dia 3 de Setembro de 1883 nasceu António Sérgio.Da Infopédia:
Um dos expoentes da reflexão cultural e do ensaísmo da primeira metade do século XX, o pensamento e magistério de António Sérgio marcaram várias gerações de intelectuais, sendo nome de referência quer no âmbito da historiografia, da crítica literária, da história política e das ideias ou da teoria do conhecimento. Abandonou a carreira da marinha de guerra após a implantação da República, em 1910, abraçando com total dedicação uma actividade de reforma das mentalidades, missão que lhe parecia fundamental na consolidação de um regime democrático. Interessou-se vivamente pela pedagogia, tendo produzido um ensaio, Educação Cívica , em que defende a autonomia do aprendente e a instrução activa, que pouco eco teve na época mas que viria a ser recuperado durante a década de 80. Integrando o projecto da "Renascença Portuguesa", publicou vários trabalhos de teor pedagógico, em publicações como A Águia, que abandonará depois de acusar o carácter passadista e utópico do saudosismo, em polémica aberta com Teixeira de Pascoaes, para fundar a revista Pela Grei . Em 1923, aceitou a pasta governativa da Instrução Pública, de que se demitiria, vendo a impossibilidade de realizar alguns dos projectos a que se propusera, como a criação de uma Junta Propulsora dos Estudos. Depois de um afastamento de sete anos, em Madrid e Paris, para onde fora compelido a exilar-se após a instauração da ditadura militar, em 1926, foi amnistiado em 1933. De regresso a Portugal, leccionou, efectuou traduções e continuou, sempre com o fito numa reforma mental e económica, a publicação ensaística (Ensaios, 8 vols., 1920-1958). Durante a década de trinta, colaborou com Seara Nova , aí assumindo um papel de liderança intelectual, colaborando ainda, no âmbito do grupo da Biblioteca Nacional, na revista Lusitânia . Em 1953, participou no movimento político democrático que tentaria propor, em 1958, a candidatura à Presidência da República do General Humberto Delgado, conhecendo, durante esse processo logrado, a prisão. Ao longo da sua vasta e profunda obra ensaística, debruçando-se sobre temas diversos, que vão desde a reflexão histórica e filosófica à discussão literária, António Sérgio manteve como invariáveis os princípios do racionalismo idealista; a reflexão cultural de cunho universalista; uma interpretação histórica de fundamento socioeconómico; a doutrinação pedagógica com vista à criação de uma consciência cívica e democrática e a defesa, no domínio da ideação política económica e social, da prática do corporativismo. Submetido, sob todos os seus prismas, a um ideal humanista de libertação e autonomia do homem, o reformismo sergiano, rejeitando a postura marxista, postula que a transformação das estruturas sociais "não é possível com pregações, nem com políticas de autoritarismo, nem com reformas só pedagógicas - mas com reformas sociais e pedagógicas concatenadas, entrelaçadas como fios de um tecido único, as quais preparam o nosso povo para um uso razoável da liberdade e para compreender por si mesmo a sua emancipação social-económica." (Ensaios , t. II, 2.ª edição, p. 89). Tendo relegado para um segundo plano a criação literária, evidenciada num volume de Rimas (1908), desvalorizado pelo autor; na publicação de Antígona (1930), um drama de cariz didáctico e combativo, ou na publicação de alguns poemas nas páginas de Seara Nova (sob o pseudónimo de Álvaro Clarival), a sua bibliografia conta ainda traduções de obras enciclopédicas, filosóficas (Leibniz, Descartes) e literárias, obras de literatura infantil e a edição escolar, prefaciada e anotada pelo ensaísta, de obras de autores portugueses. Bibliografia: Notas sobre os Sonetos e as Tendências Gerais da Filosofia de Antero de Quental, Lisboa, 1909; Educação Cívica, Porto, 1915; Considerações Histórico-Pedagógicas, Porto, 1916; Ensaios (8 vols.), Lisboa, 1920-1958; História de Portugal, Barcelona, 1929; Democracia, Lisboa, 1934; Cartesianismo Ideal e Cartesianismo Real, Lisboa, 1937; Introdução Geográfico-Sociológica à História de Portugal, Lisboa, s/d; Um Problema Anteriano, Lisboa, s/d; Cartas de Problemática, Dirigidas a Um Grupo de Jovens Amigos, Alunas e Alunos da Faculdade de Ciências, Lisboa, 1952-55; Cartas do Terceiro Homem, 3 vols., Lisboa, 1953-57; Antígona, Porto, 1930
António Sérgio. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2009. [Consult. 2009-09-03]
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