quarta-feira, 27 de maio de 2009
Notícia em Destaque - Avião cai no aeroporto da Madeira - Co-piloto morre com 80 % do corpo queimado
Fonte hospitalar confirmou que o piloto de 49 anos já recebeu alta ontem de manhã
O co-piloto que se encontrava internado na Unidade de Queimados do Hospital de São João no Porto desde a manhã de segunda-feira não resistiu aos ferimentos e acabou por falecer ontem ao início da tarde.
Fonte ligada àquele serviço confirmou o óbito e aproveitou para esclarecer ao DIÁRIO que, ao contrário do que foi avançado no domingo pela direcção clínica durante a conferência de imprensa no Hospital Central do Funchal (HCF), o co-piloto (que é piloto de profissão mas na altura não comandava a aeronave) tinha 24 anos e não 39 como o próprio director clínico do hospital afirmou.
Pedro Manuel Filipe era natural do Algarve e na segunda-feira de manhã deu entrada nas urgências do Hospital São João com queimaduras em 80 por cento do corpo e escoriações muito graves como adiantou a mesma fonte ao nosso jornal.
Os familiares de Pedro Manuel já se encontravam à espera do co-piloto e foi nessa altura, em conversa com a direcção clínica do Hospital do Porto, que rectificaram as informações erradas que nos últimos dias estavam a ser divulgadas pelo HCF.
Piloto já recebeu alta
Ontem de manhã, o homem que pilotava a aeronave recebeu alta hospitalar. Desde que esteve internado, Bruno Alves de 49 anos foi submetido a diversos exames, confirmou fonte hospitalar.
No domingo à tarde, Bruno Alves pilotava a aeronave onde seguia também Pedro Manuel Filipe de 24 anos.
Alguns minutos antes das 19 horas o 'Zlin' acabou por se despenhar no Aeroporto Internacional da Madeira. O piloto conseguiu sair pelos próprios meios. A mesma sorte não teve Pedro Filipe que teve de ser desencarcerado por uma equipa dos Bombeiros Municipais de Santo Cruz.
In Diário de Notícias da Madeira
terça-feira, 26 de maio de 2009
Última hora - Madeira: piloto que se despenhou morreu
O ferido grave do acidente da aeronave que se despenhou domingo no aeroporto da Madeira morreu esta terça-feira, no Hospital de S. João, no Porto, disse à Lusa fonte hospitalar.
O homem encontrava-se em estado «muito reservado», com queimaduras em 70 por cento do corpo, explicou a mesma fonte, afirmando que o óbito ocorreu por volta das 14:00.
O co-piloto da TAP, que se encontrava ao comando da aeronave na altura do acidente, foi, na segunda-feira, transferido para o Hospital de S. João, no Porto, vindo do Hospital Central do Funchal.
O outro sinistrado do acidente de domingo tem 49 anos e é mecânico de aeronaves, sofreu queimaduras ligeiras, mas, de acordo com o director clínico do Hospital Central do Funchal, «em princípio, não corre risco de vida».
Em comunicado, a direcção regional dos Aeroportos da Madeira precisou que o acidente ocorreu às 18:56 de domingo, durante a aterragem da aeronave.
O aparelho envolvido neste acidente era um avião privado de acrobacias, modelo Zlin 142.Última hora - Morreu o piloto da aeronave da Madeira
Do Expresso:
O homem que se despistou domingo no aeroporto da Madeira morreu hoje no Hospital de S. João, no Porto.
O ferido grave do acidente da aeronave que se despenhou domingo no aeroporto da Madeira morreu hoje, no Hospital de S. João, no Porto, disse à Lusa fonte hospitalar.
O homem encontrava-se em estado "muito reservado", com queimaduras em 70 por cento do corpo, explicou a mesma fonte, afirmando que o óbito ocorreu por volta das 14:00 de hoje.
O co-piloto da TAP, que se encontrava ao comando da aeronave na altura do acidente, foi ontem transferido para o Hospital de S. João, no Porto, vindo do Hospital Central do Funchal.
O homem era, também, proprietário da aeronave que se despenhou.
O outro sinistrado do acidente de domingo tem 49 anos e é mecânico de aeronaves, sofreu queimaduras ligeiras, mas, de acordo com o director clínico do Hospital Central do Funchal, Miguel Ferreira, "em princípio, não corre risco de vida".
Em comunicado, a direcção regional dos Aeroportos da Madeira precisou que o acidente ocorreu às 18h56 de domingo, durante a aterragem da aeronave.
"Após intervenção do serviço de socorro do Aeroporto da Madeira, os dois feridos foram evacuados para o Hospital Central do Funchal", numa operação que contou com o apoio da Equipa Medica de Intervenção Rápida, acrescentou a mesma fonte.
O aparelho envolvido neste acidente era um avião privado de acrobacias, modelo Zlin 142.
Notícia em Destaque - Avião cai no aeroporto da Madeira (actualização)
Do Diário de Notícias da Madeira:Comissão de inquérito investiga acidente
Os investigadores estiveram ontem no aeroporto a fotografar e a recolher indícios
J. Nóbrega
| O 'Zlin', de fabrico checo é um modelo muito usado para festivais de acrobacias aéreas. António Rodrigues, piloto do Aero Clube, garante que, na Madeira, não há piloto tão experiente neste tipo de aviões como Bruno Alves. |
| Data: 26-05-2009 |
| O avião que domingo se despenhou no Aeroporto da Madeira tinha um plano de voo local aprovado pela Navegação Aérea (NAV). A entidade que controla o espaço aéreo da responsabilidade de Portugal autorizou o voo na baía do Funchal até aos 3000 mil pés e permitiu a manobra baixa sobre a pista. "Nada do que se passou no Aeroporto foi à revelia da NAV". A informação, avançada pelo gabinete de comunicação da NAV, refere que, ao entrar na pista, o piloto do 'Zlin' pediu para fazer uma manobra baixa, o que foi autorizado, tal como tinha sido todo o voo. E é tudo. As explicações da NAV sobre o que se passou domingo ficam-se por aqui. O gabinete de comunicação remete os esclarecimentos para o relatório que sairá do inquérito ao acidente. Os investigadores do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes Com Aeronaves (GPIAA) chegaram no primeiro voo da manhã à Madeira. Em Lisboa, Fernando Ferreira dos Reis, o director do GPIAA, também foi parco em explicações. "Neste momento, os nossos investigadores estão no terreno a recolher provas, a efectuar todas as diligências exigidas num acidente aviação". Os procedimentos do organismo que investiga os acidentes de aviação em território português estão disponíveis na Internet. Os peritos recolhem os indícios, depois fazem a análise e, por fim, elaboram um relatório. "Esse relatório final é público e disponibilizado na Internet". As causas e as circunstâncias do acidente serão conhecidas e públicas, só não se sabe quando. O director do GPIAA não deu prazos, nem datas para a conclusão do inquérito e para a publicação do relatório. A movimentação dos peritos foi visível ontem no Aeroporto da Madeira. Os procedimentos obrigam à fotografias do local do acidente, à recolha de vestígios e identificação de provas nos destroços. A estes investigadores compete obter as primeiras declarações das pessoas envolvidas e de testemunhas, que devem ficar "à disposição para posterior audição". Neste momento, pouco mais se sabe sobre as causas e as circunstâncias em que ocorreu o acidente no Aeroporto da Madeira. Foi criada uma comissão de inquérito, as investigações começaram logo de manhã e ninguém dá avança teorias sobre o que se terá passado. "Qualquer declaração, qualquer opinião sobre o que passou poderia pressionar ou condicionar o trabalho dos inquiridores". E, tal com a NAV, o INAC e o GPIAA, o director da ANAM, Duarte Ferreira, prefere não comentar, nem especular sobre o que passou. "Vamos esperar pelo relatório da comissão de inquérito". Testemunhas no local na altura do acidente referiram ao DIÁRIO que o avião estava a fazer acrobacias sobre a pista do Aeroporto quando se despenhou. Primeiro, fez manobras simples, depois entrou em voo inverso a baixa altitude e fez um 'loping', mas não conseguiu recuperar e despenhou-se numa área de segurança da pista. O embate em terra provocou um incêndio. O piloto conseguiu sair o seu pé; o outro ocupante ficou preso, foi desencarcerado pelos bombeiros. Piloto no hospital em situação estável Bruno Alves era o único madeirense titular de um avião acrobático do tipo 'Zlin 142' O piloto da aeronave que se despenhou anteontem na pista do Aeroporto da Madeira continua sob vigilância hospitalar. Bruno Alves está no Serviço de Observação da urgência do Hospital Central do Funchal mas, segundo os médicos que o acompanham, apresenta uma situação "estável". No entanto, Bruno Alves está a fazer exames na sequência de eventual traumatismo torácico com consequente entrada de ar na pleura. Quer o director clínico, quer o chefe de equipa da urgência asseguraram ontem que, "à partida, o doente está fora de perigo". Já o co-piloto, vive uma situação bem mais reservada (vide destaque nesta página). Uma vez na urgência, o acesso ao piloto foi interdito ao DIÁRIO, com base nas regras internas. No entanto, sabe-se que Bruno Alves foi visitado por familiares, mas não tem dado resposta aos contactos para o telemóvel. O piloto trabalha no serviço de manutenção da TAP, como mecânico, e é um adepto fervoroso da acrobacia aérea. Por isso, aos domingos, voava regularmente com pilotos e outros amigos junto à pista do Aeroporto e era-lhe conhecida a larga experiência nestas lides. As suas acrobacias eram muito apreciadas pelos aficcionados da aeronáutica que, ao domingo, costumavam observar os rasgos do piloto. Aliás, era o único madeirense titular de um avião acrobático do tipo 'Zlin 142', que estava a pagar a expensas próprias. Em entrevista concedida ao DIÁRIO há cerca de dois anos, Bruno Alves lamentava o facto de a acrobacia aérea ter vindo "a estar morta no nosso país durante 80 anos", muito por conta do Salazarismo. Comentários feitos pelo piloto nas vésperas da realização da prova 'Red Bull Air Race', que decorreria dias depois no Porto. "Salazar, quando subiu ao poder, castrou a acrobacia. Ela só ressurgiu nos anos 60 pela mão dos militares, como os 'Asas de Portugal'", denunciou Bruno Alves. Em termos de participações oficiais, a última entrada aconteceu no Festival Aéreo de Porto Santo, organizado pelo Aeroclube da Madeira, admitindo na altura: "Faltam-me ainda algumas certificações para poder trabalhar." O avião ligeiro foi adquirido pelo próprio na República Checa e teve por objectivo concretizar um velho sonho de um homem deslumbrado com as acrobacias aéreas. Embora, ao DIÁRIO, tenha reconhecido, na citada entrevista, que para os portugueses, os aviões ainda são um assunto tabu. Falta cultura aeronáutica ao cidadão comum". Rosário Martins Queimaduras e escoriações "muito graves" É com prognóstico reservado que permanece o co-piloto Pedro Filipe, de 39 anos, que se encontrava na aeronave que se despistou no domingo ao final da tarde. O doente foi evacuado de madrugada do Hospital Central do Funchal para a Unidade de Queimados do Hospital São João, no Porto, tendo dado entrada ontem, por volta das 8h15. A assessora de imprensa, em declarações ao DIÁRIO, explicou que o doente apresenta "queimaduras e escoriações muito graves". Num balanço feito ao final da tarde de ontem, por volta das 19 horas, Romana Fresco explicou que ainda era muito difícil precisar quais as áreas mais afectadas com as queimaduras. "A avaliação está reservada", concluiu. O relatório clínico do co-piloto será revisto ainda esta manhã. F. G. 1958 Queda do hidroavião 'Martin-Mariner', da companhia 'Artrop', num voo entre Lisboa e Funchal. O hidroavião 'Brio Santo' desapareceu no mar e com ele os 36 passageiros. 1973 Um avião espanhol, da companhia 'Spartax', despenhou-se no Porto Novo quando estava prestes a aterrar, tendo morrido os três tripulantes. O objectivo era apoiar um avião da companhia com uma avaria. 1977 Foi, até hoje, o grande acidente na Região. Um Boeing da TAP despenhou-se após a aterragem, tendo caído no calhau, na parte sobranceira ao aeroporto. Morreram 136 passageiros. 1977 Um mês após o grande desastre da TAP, um 'Caravelle', de uma companhia suíça, despenhou-se na baía do Porto Novo, tendo morrido mais de três dezenas de passageiros. 1991 A tragédia viria a acontecer, desta feita com aeronaves ligeiras. A Região regista a queda do 'Piper Seneca', oriundo de Ponta Delgada, tendo morrido os dois ocupantes. 1991 Passados dois dias da ocorrência com o 'Piper Seneca', queda do 'Cessna NA 316', nas serras do Campanário, após ter embatido numa linha de alta tensão. Resultado: seis mortos. 2003 Um bimotor cai na Ponta de São Lourenço, a 11 de Setembro, e faz 10 vítimas. Tratava-se de um avião particular, com passageiros orundos de Málaga, que sofreu uma explosão num dos motores. |
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Notícia em Destaque -Investigações para apurar as causas da queda do avião já começaram
Uma equipa do INAC e do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes está no local desde as 9h da manhã
No Aeroporto da Madeira já decorrem as investigações para apurar as causas da queda do avião ligeiro.
De acordo com o responsável da ANAM, Duarte Ferreira, uma equipa do Instituto Nacional de Aviação Civil e do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes está no local do acidente desde as 9 horas de segunda-feira.
A aeronave que se despenhou domingo, pelas 19 horas, no Aeroporto da Madeira causou dois feridos, um deles em estado muito grave e com queimaduras em cerca de 60% do corpo. Devido à gravidade dos ferimentos o homem de 39 anos, co-piloto da TAP, foi transferido durante a madrugada para a unidade de queimados do Hospital de São João do Porto.
O Director Clínico do Hospital Central do Funchal, Miguel Ferreira, traçou um prognóstico bastante reservado e avançou que o acidentado permanece em observações na unidade hospitalar do Porto.
O outro ferido, um homem de 49 anos, apresenta um quadro clínico estável, e está fora de perigo. Ainda assim, Miguel Ferreira, assegura que o ferido vai permanecer internado no Hospital Central do Funchal por mais alguns dias.
In Diário de Notícias da Madeira
Notícia em Destaque - Avião cai no aeroporto da Madeira
Lê-se no Diário de Notícias da Madeira:Um avião ligeiro despenhou-se ontem na pista do Aeroporto da Madeira. O acidente provocou dois feridos, um deles com gravidade. Este último, que ocupava o lugar do passageiro, e que tem 39 anos, apresentava queimaduras em 60% do corpo e seria transferido para o Hospital São João do Porto. Bruno Alves, o piloto, de 49 anos, encontrava-se ontem à noite fora de perigo. Faltavam poucos minutos para as sete, quando o avião se despenhou numa das áreas de separação entre a pista e a placa de estacionamento, perante o olhar de terror de algumas pessoas que se encontravam na varanda. Uma delas era Conceição Antunes. A jornalista do Expresso contou ao DIÁRIO que nada fazia prever o acidente. Tal como outras pessoas, assistia a algumas acrobacias que a aeronave estava a realizar. E, de repente, o avião caiu de nariz para baixo na pista, incendiando-se quase de seguida. Conceição Antunes recorda a altura em que um dos ocupantes conseguiu sair da aeronave visivelmente ferido. Deu alguns passos e deitou-se no chão. Logo de seguida, surgia a informação de que mais uma pessoa se encontrava no interior do avião, o que aumentou os momentos de pavor, à medida que o mesmo era consumido pelas chamas. As pessoas que estavam na varanda assistiam com incredulidade à cena, uma vez que minutos antes o avião estava a voar e logo depois estava no chão envolto em grandes colunas de fumo. "A imagem do avião a arder era impressionante", recorda Conceição Antunes. Aliás, algumas das imagens que acompanham esta reportagem foram captadas por um outro passageiro em trânsito, António Fonseca, bombeiro em Moscavide. No aeroporto, as únicas versões do acidente eram mesmo narradas pelas testemunhas, uma vez que da parte do Aeroporto apenas foi emitido um comunicado para a Agência Lusa. O mesmo limitava-se a dizer que o acidente ocorreu às 18:56 e que os feridos tinham sido evacuados para o Hospital Central do Funchal. Depois do sucedido foram muitas as pessoas que se deslocaram às traseiras do aeroporto, até porque o piloto era uma pessoa bastante conhecida. Bruno Alves, de 49 anos, é mecânico da TAP e tem uma larga experiência de voo. Participou recentemente numa expedição a Moçambique com outros pilotos, muitos dos quais da TAP, que transportaram cerca de uma tonelada de medicamentos em aviões pequenos. Durante a viagem, houve algumas avarias, e Bruno e um outro colega foram os heróis da operação porque conseguiram resolver todos os problemas. Ontem, contudo, parece que a sorte não lhe sorriu. Era assim que André Teixeira, outra das testemunhas, explicava o acidente, porque ainda mal acreditava no que tinha acontecido. Estava no bar 'A Torre' quando viu o avião despenhar-se na pista. Outra testemunha do acidente, Pedro Teixeira, fez questão de dar a sua versão ao DIÁRIO. Como explicou, a avioneta aproximou-se pela pista 23 (direcção Machico-Santa Cruz) a fazer manobras de acrobacia simples (a virar rápida e alternadamente sobre uma e outra asa). Depois estabilizou por um breve instante e, logo de seguida, virou de barriga para cima, percorrendo, nessa posição invertida e a uma altitude de 20/30 metros, grande parte da zona da pista construída sobre pilares. Esta cena provocou grande admiração e espanto a quem assistia, pela espectacularidade e raridade da manobra. Após esta cena rara, mas aparentemente controlada, o avião fez um 'looping', tendo subido e descido num movimento inverso, que resultou num círculo perfeito. Foi precisamente na descida a pique, do final da manobra, que a avioneta chocou com o chão (não a pista, mas a área de segurança adjacente), desfazendo-se e incendiando-se de imediato. Refira-se ainda que, devido a este acidente, o aeroporto encerrou, tendo os voos sido desviados. No 'placard' de partidas era possível constatar atrasos pelo menos até às 21 horas. Conferência no hospital O acidente motivou uma conferência de imprensa ontem à noite no Hospital Central do Funchal. O director clínico, Miguel Ferreira, confirmou a entrada de dois feridos, um grave, "com queimaduras extensas de terceiro grau" e outro com queimaduras ligeiras. O primeiro, que ocupava o lugar do passageiro, encontrava-se com prognóstico muito reservado, estando ontem à noite em situação instável e a aguardar transferência para a Unidade de Queimados do Hospital de São João no Porto. O homem, de 39 anos, foi submetido a uma série de exames para determinar a existência de outras possíveis lesões. À hora da conferência de imprensa estavam a ser estabelecidos contactos com a Protecção Civil, de modo a que a evacuação pudesse ocorrer ao longo da noite no avião-ambulância, no qual o paciente seria acompanhado por um médico e por um enfermeiro, de modo a que o transporte fosse feito "com a maior segurança". O piloto do avião estava ontem estável e não apresentava situação de risco. Soube-se também que era proprietário do avião ligeiro e que trabalhava como mecânico de aeronaves no aeroporto. O cunhado, que ocupava o lugar do passageiro, era piloto de linha aérea na SATA.
In Diário de Notícias da Madeira
domingo, 24 de maio de 2009
Última hora - Queda de avião no Aeroporto da Madeira
Um aeronave ligeira de instrução sofreu um acidente, este domingo, ao final da tarde, no Aeroporto do Funchal, na Madeira, confirmou ao tvi24.pt fonte daquele aeroporto.
O acidente fez foi feridos, o instrutor e o instruendo, ambos do sexo masculino, adiantou fonte dos bombeiros de Santa Cruz, acrescentando que aqueles foram transportados para o Hospital Central do Funchal.
Um dos ocupantes sofreu «queimaduras bastante graves em grande parte do corpo», enquanto o outro «sofreu traumatismos vários e luxações, embora não esteja em estado tão grave como o primeiro», adiantou ao tvi24.pt, o coronel Luís Neri, director do Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros da Madeira.
O sinistro ocorreu às 18:56 e, de acordo com o mesmo elemento da Protecção Civil «o acidente ocorreu durante a aterragem, tendo provocado um foco de incêndio, apagado pelo corpo de bombeiros do aeroporto».
Ao local foram chamadas as corporações de bombeiros de Santa Cruz e Machico, ambulâncias de socorro e uma equipa médica de intervenção rápida «para efectuar a estabilização dos feridos».
O responsável da Protecção Civil adianta que a pista do aeroporto foi encerrada, estando a decorrer averiguações na aeronave.
Última hora - Queda de avião no Aeroporto da Madeira
| Duas pessoas estão a ser transportadas para o hospital em estado grave |
| Data: 24-05-2009 |
| Uma avioneta de acrobacias despenhou-se há pouco na pista do Aeroporto da Madeira, quando efectuava uma manobra de aterragem. O acidente, cujas causas são ainda desconhecidas, ocorreu por volta das 19 horas e deixou duas pessoas feridas com gravidade. O aparelho incendiou-se após o impacto e as vítimas foram socorridas pelos Bombeiros Municipais de Santa Cruz (BMSC). Ambos os feridos foram retirados com vida do avião, e estão a ser transportados para o Serviço de Urgências do Hospital Central do Funchal, pelos BMSC. |
Última hora
A pista está encerrada (o que se confirma pela análise de tráfego no site da ANAM) e, aparentemente há dois feridos...
